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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Objeto misterioso filmado por satélite nas proximidades de Mercúrio

O que quer que seja, o objeto aparece também nas imagens feitas ao mesmo tempo pelo satélite gêmeo STEREO, que estava do lado oposto do acontecido.
Rode o vídeo em tela cheia.

O que está acontecendo no vídeo?

O vídeo mostra uma ejeção de massa coronal vinda do Sol e chegando ao planeta Mercúrio. Essas ejeções de massa são massivas explosões de vento solar, radiação e campos magnéticos que ultrapassam muito a corona solar, adentrando o espaço. Elas são tão grandes que às vezes chegam à Terra.
Dá pra ver a enorme onda solar chegando a Mercúrio, mas, bem quando ela está passando, algo mais se tornar visível: uma forma bastante angular que parece ser formada por dois objetos diferentes unidos. O que aparenta é que a onda de CME revela um volume durante o impacto, interagindo com ele.

Sabe, como uma Bird of Prey Klingon com campo de invisibilidade sendo descoberta pela fúria radioativa do Sol.

O que capturou as imagens?

As imagens foram encontradas pelo usuário siniXster do YouTube no site SECCHI da Marinha Americana, e foram capturadas pelo equipamento heliosférico de imagem HI-1A a bordo do satélite Solar TErrestrial RElations Observatory (STEREO).
Os dois STEREOs foram lançados em 26 de Outubro de 2006. Eles estão rotacionando ao redor do Sol, estudando a sua superfície e atividade. Eles também fazem parte de um sistema de segurança que alerta cientistas quando uma CME é tão forte que pode causar graves interferências em satélites na órbita da Terra. É por isso que a Marinha Americana está envolvida.

Os equipamentos heliosféricos de imagens são parte da Sun Earth Connection Coronal and Heliospheric Investigation (SECCHI), um corpo de cinco câmeras: um telescópio que funciona em extremo ultravioleta, dois coronógrafos de luz branca e dois equipamentos de imagem heliosféricas, o HI1 e o HI2.

Quando a imagem foi capturada?

O vídeo mostra um período de 24 horas capturado em primeiro de Dezembro de 2011. São 36 frames no total.

Eu repeti os 36 frames em diferentes velocidades (10 frames por segundos e 2 frames por segundo) para que você possa apreciar o objeto e como a CME aparenta interagir com ele.

O que diabos é isso?

Este será um debate entre cientistas e ufólogos.
Pode muito bem ser um defeito no sensor, ou uma imagem fantasma do próprio planeta Mercúrio. Se você prestar bem atenção, verá que as duas linhas seguem a mesma direção que o planeta. Mas se é uma imagem fantasma, por que ela terminaria tão abrubtamente? Como é tão bem delimitada? Por que parece uma nave espacial?

A resposta, segundo Nathan Rich, engenheiro-chefe de sistemas terrestres do United States Naval Research Laboratory, na cidade de Washington, é a maneira como as imagens são pós-processadas.
Respondendo a Natalie Wolchover, da Life’s Little Mysteries, Rich disse que são “artefatos no plano de fundo onde o planeta estava no dia anterior”, que então aparecem como pixels residuais na imagem processada:
Os pixels que formam as duas linhas paralelas estão onde o círculo do planeta e os pixels sangrados se sobrepõem enquanto se movem pelo campo.
Isso parece fazer mais sentido do que uma nave espacial alienígena invisível e quase tão grande quanto um planeta. Minha única pergunta é: por que, então, as linhas de artefatos não se estendem até Mercúrio?

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Filamento Gigante Serpenteia na Superfície do Sol

A imagem acima nos mostra o fenômeno de manchas solares sinuosas. Podemos observar pela imagem, espetacular, que é uma espécie de “serpente” que se estende, através de varias manchas solares, neste caso em particular, esta se localiza no hemisfério norte do Sol, e parece ser uma seqüência independente de padrões escuros. Utilizando um telescópio, sintonizado com o brilho vermelho do hidrogênio solar, a imagem revela algo diferente. As manchas solares são conectadas por filamentos sinuosos de magnetismo, que se contorcem energicamente, parecendo uma grande “serpente de fogo dourada” na superfície da estrela. Estas conexões sugerem uma possibilidade interessante e perigosa, porque, embora, cada mancha solar, individualmente, represente uma ameaça pequena de uma forte tempestade solar, uma instabilidade neste fenômeno, pode iniciar uma reação em cadeia envolvendo todas as manchas numa “Mega Explosão”, levando a uma erupção generalizada na extensa região onde passeia a “Serpente de fogo”.




Fonte: Spaceweather.com
Crédito da Imagem: John Nassr

Texto: Gério Ganimedes

domingo, 27 de novembro de 2011

Forte explosão solar deve atingir a Terra nesta segunda-feira

Uma poderosa ejeção de massa coronal ocorrida no último sábado deve atingir a Terra nesta segunda-feira, provocando auroras boreais e possíveis blecautes de radiopropagação e distúrbios em redes elétricas localizadas em latitudes elevadas.

A ejeção de partículas teve origem na região da mancha solar 1353 e de acordo com Laboratório de Clima Espacial do Goddard Space Center, da Nasa, deverá se chocar com a Terra às 15h21 pelo horário de Brasília desta segunda-feira, com erro médio estimado de 7 horas.

Devido à espessura da esteira de partículas, o bombardeio eletromagnético se prolongará por cerca de 24 horas, com efeitos mais acentuados nas localidades situadas a partir da latitude 30 graus norte. Os maiores efeitos, no entanto, ocorrerão acima do paralelo 45, onde os habitantes testemunharão auroras boreais e desvios magnéticos superiores a 2 graus.

Dados computados pelo Centro de Previsão de Clima Espacial da NOAA, SWPC, o fluxo de partículas está se deslocando pelo espaço a 3.5 milhões de km/h.

Apesar do intenso bombardeio por que passará a Terra, não existem riscos para pessoas ou animais. O efeito maior será causado nas altas camadas da atmosfera, especialmente a ionosfera, causando distúrbios capazes de bloquear transmissões de rádio em baixa frequência. Não estão descartadas possibilidades de desvios significativos em bússolas nas latitudes equatoriais, assim como pequenos erros de geolocalização por GPS.

As aeronaves em voo não deverão sentir qualquer impacto devido à chegada das partículas oriundas do Sol, mas embarcações que utilizam localização magnética deverão se manter informados através de boletins sobre possíveis correções nos sistemas de orientação.

sábado, 26 de novembro de 2011

Explosão Solar na mancha 1353 e Pico no fluxo de Prótons de alta energia

Explosão solar na região da mancha 1353 nesta manhã. Não foi na direção exata da terra mas vamos ver se parte da EMC pode passar por aqui.


Pico no fluxo de Prótons de alta energia:

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Asteroide 2011 WP4 descoberto dia 18 com aproximação máxima em 24 de novembro



A NASA "acaba de descobrir" o Asteroid 2011 WP4, com diâmetro estimado entre 12 e 27 metros e aproximação máxima estimada para 24 de novembro. Este objeto só foi descoberto na última sexta-feira 18 de novembro de 2011 e a Nasa teve poucos dados para fazer projeções da órbita.
O nível de incerteza é um nível abaixo da incerteza máxima em relação a órbita. Estimativa da incerteza da órbita é de 0-9, como 0 sendo boa e 9 sendo altamente incerto. Código condição é de 8

Hoje 21 de novembro de 2011, o site Space Weather informa 1256 asteroides potencialmente perigosos, mas pelo jeito são 1257, esqueceram do 2011 WP4, se a estimativa do tamanho for essa mesmo.
De acordo com os cálculos incertos, o WP4 passará cerca de 1,5 distâncias lunares ou 0.0038 AU. A distância entre a Terra e a Lua, é 384,401 km ou 0,00256 AU.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Filamento Magnético Solar com mais de 1 milhão de km


Uma atividade impressionante está em curso no sol. Por um lado, uma enorme parede de plasma é elevada ao longo do horizonte sudeste do sol. Stephen Ramsden de Atlanta, Geórgia, tirou a foto acima em 11 de novembro.

"Fóruns Solar em todo o mundo estão zumbindo com Sun-stronomers proclamando que este seja o maior destaque que muitos deles nunca tinha presenciado", diz ele.

Surpreendentemente, porém, esta não é a coisa mais importante. Um filamento escuro de magnetismo cheio de plasma está enrolando no meio do caminho ao redor do sol inteiro. Este monstro tem sido visível nas imagens a mais de uma semana, mas agora tem girado em uma posição mais geoefetiva. Às vezes filamentos podem quebrar e causar brilhante ejeções de massa coronal (CMEs). O Solar Dynamics Observatory, da NASA, tirou esta foto durante a madrugada de 14 de novembro:
De ponta a ponta, esta fibra torcida do magnetismo se estende por mais de um milhão de km, ou cerca de três vezes a distância entre a Terra ea Lua. Se o filamento torna-se instável, como filamentos solares são propensos a fazer, ele poderia entrar em colapso e atingiu a superfície estelar abaixo, provocando um surto Hyder . Ninguém pode dizer se a erupção de uma estrutura tão vasta seria dirigido Terra.


"Eu não posso ajudar, mas pergunto o que poderia vir a seguir, uma vez que estamos ainda mais de um ano longe do máximo previsto Solar", acrescenta Ramsden. "Nunca houve um melhor momento para possuir um telescópio solar do que agora!

Fontes de pesquisa:
http://spaceweather.com/archive.php?view=1&day=14&month=11&year=2011
http://www.solarham.com/

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Astrônomos amadores descobrem asteroide próximo a Terra

Uma equipe de astrônomos amadores descobriu um asteroide até então desconhecido em uma órbita que o aproxima da Terra.

O asteroide foi nomeado 2011 SF108. Ele foi detectado graças a contribuição de cidadãos comuns em setembro, usando um telescópio nas Ilhas Canárias.

Enquanto a órbita de 2011 SF108 não parece trazê-lo mais perto da Terra do que cerca de 30.000 mil quilômetros, ele ainda se qualifica como um objeto próximo a Terra, uma classe de rochas espaciais que podem constituir um perigo para o nosso planeta.

O asteroide 2011 SF108 foi descoberto pela equipe de Pesquisa de Asteroides do Observatório Teide Tenerife (TOTAS), um grupo de 20 voluntários que gostam de olhar para o céu.

Eles usaram um telescópio de 1 metro da estação da Agência Espacial Europeia em Tenerife, nas Ilhas Canárias. Os detalhes sobre tamanho estimado do asteroide não foram revelados pela Agência.

O telescópio observou o céu por quatro noites, executando pesquisas de asteroide automatizadas, através de um software desenvolvido pelo astrônomo amador e cientista da computação Matthias Busch, na Alemanha.

O software de Busch aponta rochas espaciais em potencial, mas as descobertas devem ser confirmadas por olhos humanos. O software obteve bons resultados durante as sessões de observação de 28 e 29 de setembro.

“As imagens são distribuídas para toda a equipe para revisão, e qualquer um deles poderia ser o descobridor de um novo asteroide”, explicou Detlef Koschny. “Desta vez, a sorte do sorteio caiu para Rainer Kracht”.

Kracht, um professor aposentado que vive em Elmshorn, Alemanha, é, portanto, o descobridor oficial de 2011 SF108. Até agora, ele já descobriu 46 asteroides.

Até o momento, cerca de 8.000 objetos próximos da Terra têm sido descobertos em todo o mundo, mas muitos milhares ainda podem existir. Os astrônomos estão ansiosos para encontrar o maior número possível deles, para que possam avaliar melhor a chance de que uma grande rocha espacial bata na Terra em breve.

Desde que começaram esse trabalho, os astrônomos amadores de TOTAS já identificaram cerca de 400 candidatos a asteroides, dos quais 20 foram confirmados e nomeados.

Após examinar imagens de telescópio de três noites separadas, a equipe de TOTAS foi capaz de determinar a órbita de 2011 SF108 bem o suficiente para declará-la um objeto próximo à Terra.

Enquanto o 2011 SF108 não parece representar muito risco à Terra no futuro próximo, outras observações podem ajudar a refinar sua órbita e a avaliação de quão perigoso pode ser

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Primeira imagem ótica não detecta cometa Elenin após periélio


Uma nova imagem, feita a partir de telescópio óptico instalado no Novo México, não conseguiu detectar qualquer fragmento do cometa C/2010 X1 Elenin. Devido às condições desfavoráveis para o sensoriamento, a imagem não pode ser considerada como prova de que o cometa realmente se desintegrou completamente.
A nova cena celeste foi feita na madrugada de quinta-feira, 6 de outubro, pelo próprio descobridor do cometa, Leonid Elenin, que usou o mesmo telescópio robótico que descobriu o cometa em 2010. Leonid fez uma única exposição de 30 segundos no quadrante de onde o objeto deveria ser encontrado.

Caso não tivesse desintegrado quando passou pelo periélio (maior aproximação com o Sol) em setembro de 2011, C/2010 X1 deveria ser um objeto de magnitude 12, facilmente detectável na foto, mas uma primeira análise da imagem indica que se algum fragmento resistiu ao calor da estrela sua magnitude deve ser superior a 15, menos brilhante que o planeta-anão Plutão, lembrando que quanto maior a magnitude, menor o brilho de um objeto.

No momento, um dos principais entraves para a observação do cometa é sua posição. O objeto está muito próximo ao horizonte e a imagem captada por Leonid já revela os primeiros sinais da interferência do Sol, impedindo uma observação mais sensível.

À medida que o os dias passam o cometa estará nascendo mais cedo no quadrante leste e as futuras sessões de imagens sofrerão menos com os efeitos da alvorada. Ainda assim, a presença da Lua Cheia deverá novamente interferir nas observações óticas.

Elenin
Elenin é um cometa não-períódico que deverá atingir a maior aproximação com a Terra em 16 de outubro de 2011.

Quando descoberto, os pesquisadores estimavam que seu brilho máximo chegasse a 4.5 magnitudes, o que permitiria que fosse visto facilmente durante as madrugadas. No entanto, imagens feitas por astrônomos amadores antes do cometa atingir o periélio, em 10 de setembro, já mostravam um forte enfraquecimento no brilho do cometa, o que fez os observadores acreditarem que Elenin não resistiria à proximidade com o Sol.

Entre os dias 23 e 28 de setembro o cometa entrou no campo de visão do coronógrafo Lasco C3, a bordo do telescópio espacial Soho, mas nenhum fragmento foi detectado, aumentando as especulações sobre a desintegração do cometa ou então que os fragmentos fossem muito pequenos para serem registrados.

Procurando Elenin
Na próxima semana o Apolo11 realizará um imageamento da possível área onde se localiza os fragmentos. Para isso usaremos um telescópio robótico de 460 milímetros, localizado em Nerpio, na Espanha. Já estão programadas duas tomadas de cena. O objetivo é criar uma animação que facilitará a busca por possíveis remanescentes cometários.

Astrônomos do radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico, também estudam a possibilidade sondar a zona do cometa através de pulsos de radar, talvez a única forma de registrar os possíveis restos do cometa, mas a altura do objeto no céu ainda não permite que o estudo por radar seja realizado.

NASA ALERTA SOBRE CHUVA DE METEOROS DRACONID A PARTIR DE 08 DE OUTUBRO

Em 08 de outubro a Terra estará indo através de um fluxo de poeira de 21P/Giacobini-Zinner Comet, eo resultado poderia ser uma explosão de meteoros Draconid.
"Estamos prevendo cerca de 750 meteoros por hora", diz Bill Cooke do  NASA's Meteoroid Environment Office Escritório da NASA Setor especializado em Meteoróides . "Quando a chuva estiver ocorrendo sera mais observada no Oriente Médio, norte de África e partes da Europa."
A cada 6,6 anos O Comet Giacobini-Zinner oscila através do sistema solar interno. A cada visita, ele estabelece um filamento estreito de poeira, com o tempo formando uma rede de filamentos que a Terra encontra todos os anos no início de outubro.
"Na maioria dos anos, passamos por espaços entre os filamentos, talvez apenas um ou dois pastagem como nós passam," diz Cooke. 
"Ocasionalmente, porém, nós batemos uma cabeça quase sobre - e os fogos de artifício começar."
2011 poderia ser um ano tão. Os meteorologistas da Nasa e em outros lugares concordam que a Terra está indo para três ou mais filamentos em 08 de outubro. Múltiplos encontros devem produzir uma série de explosões variável início por volta de 1600 Hora Universal (meio-dia EDT) com a maior atividade entre 1900 e 2100 UT (15:00 - 17:00 EDT).
Os meteorologistas não têm certeza o quão forte a exibição será, principalmente porque o cometa teve um encontro com Júpiter no final de 1880. Naquele tempo, atração gravitacional do planeta gigante alterado a órbita do cometa e introduziu algumas incertezas para o local de filamentos que tem derramado desde então. Modelos concorrentes colocar os filamentos em lugares ligeiramente diferentes, como resultado, estimada meteoro taxas variam de dezenas a centenas por hora.
Um meteorologista respeitado, Paul Wiegert da Universidade de Western Ontario, diz que a taxa de meteoros pode ir tão alto como 1000 horas por - a definição de uma tempestade de meteoros. Não seria a primeira vez. Encontros íntimos com filamentos de poeira produzida tempestades de mais de 10.000 Draconids por hora em 1933 e 1946 e explosões menor em 1985, 1998 e 2005.
Meteoros do cometa fluxo Giacobini-Zinner fora do norte da constelação de Draco - daí seu nome. Draconids estão entre o mais lento de todos os meteoros, que atingem a atmosfera em um relativamente leisurely 20 km / s. O ritmo lento da Draconid meteoros minimiza o perigo para satélites e naves espaciais e torna-los visualmente distinto.
"Um deslizamento Draconid lazer através do céu é uma bela vista", diz Cooke.
Infelizmente, muitos dos Draconids deste ano vai passar despercebida. Draconids são fracos, para começar, e este ano eles tem que terminar com uma lua quase cheia. Brilho lunar vai reduzir o número de meteoros visível da Europa, África e Oriente Médio por 2 - para 10 vezes. A situação é ainda pior na América do Norte, onde a chuva ocorre em plena luz do dia, completamente obliterando a mostrar.
Isso não impede um grupo um de ensino médio e estudantes do ensino médio de Bishop, California, no entanto. Eles planejam observar o chuveiro da estratosfera, onde o céu é escuro mesmo ao meio-dia.
Liderados por Science @ NASA Tony Phillips, os 15 estudantes foram o lançamento de balões de hélio para a borda do espaço desde maio de 2011. Com mais de 95% da atmosfera da Terra abaixo do balão, o céu parece quase tão negro como seria de uma nave espacial perfeito para a astronomia.
"Os alunos estão indo para tentar voar uma de nossas câmeras de baixa luminosidade meteoro na carga de seu balão", diz Cooke. "Espero que pegar algumas bolas de fogo Draconid para analisarmos. Eles podem ser os únicos que temos."

ELENIN É UM BURRACO NEGRO!

Pedro Gaete explica o cluster Elenin como sendo um Buraco Negro:C2010X BLACK HOLE.

O engenheiro da Universidade do Chile e Diretor Executivo do Programa NGE, Pedro Gaete, no dia 16 de Novembro de 2010, foi entrevistado no programa Matinal Viva la Manãna do canal 13(Chile), onde deu a conhecer uma teoria, na qual o Chile poderia ser dividido em 3 partes, durante o ano de 2011.

Sua teoria era baseada por modelo preditivo em bases históricas e matemáticas, com uma elevada influencia do Sol sobre o comportamento tectônico de nosso país, (Chile) e de uma maneira geral no mundo inteiro.
A idéia subjacente, seria que as injeções de massa coronal, que estão em seu ciclo máximo entre 2011 e 2013, fariam com que o Ferro e Níquel liquido, que constitui o núcleo externo do centro da Terra, iriam ser afetados por uma grande quantidade de massa, é bom lembrar que o núcleo externo, é o encarregado do Campo magnético da Terra, que saem pelo Sul e retornam pelo Norte.

Quando há uma ejeção maior de massa coronal, e esta ioniza as partes mais fracas de nosso Campo Magnético, que são os extremos onde se pode ver Auroras Boreais, (Boreais no Norte e Austral no Sul).

Agora, Pedro Gaete, expõe uma NOVA TEORIA a respeito do Cluster -"Cometa Elenin"- que é UM BURACO NEGRO, explicando detalhadamente o que ocorreu durante o alinhamento do dia 26 e 27 de Setembro de 2011, dando a entender que todos os pulsos eletromagnéticos que foram emitidos pelo Sol e que vinham em direção a Terra, foram absorvidos pelo BURACO NEGRO C2010X, o qual possui um diâmetro entre 2 e 4 Quilômetros.
Em continuação, deixamos o vídeo, onde o Diretor Executivo do programa NGE, expõe todos os detalhes do C2010X Black Hole.
Em continuação, deixamos o vídeo, onde o Diretor Executivo do programa NGE, expõe todos os detalhes do C2010X Black Hole.




 

Nibiru? O que é isso perto do sol, filmado pelo Soho?

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Nem Elenin, nem Garradd. Aí vem o cometa C/2011 Panstarrs!

Se você já está perdendo a paciência com tantas notícias de cometas, mas que só podem ser vistos através de telescópios ou bolas de cristal, essa notícia é bastante animadora. Um novo cometa, descoberto em junho de 2011 promete ser a nova sensação das noites futuras. E o melhor de tudo, poderá ser visto a olho nu!
Batizado de C/2011 L4 Panstarrs, o novo cometa foi descoberto em 5 de junho de 2011 pela equipe do telescópio Panstarrs-1, de 1800 milímetros, localizado no Havaí. Algumas horas depois de detectado, o objeto também foi localizado pelo observatório franco-canadense de Mauna Kea, também no Havaí.
Quando foi descoberto, C/2011 L4 Panstarrs se localizava muito além da órbita de Júpiter, a 1.4 bilhões de km do Sol. Seu brilho foi calculado em 18.5 magnitudes, cerca de 100 mil vezes mais fraco que o limite de detecção da visão humana.
As primeiras observações mostram que o cometa tem uma órbita altamente inclinada e em março de 2013 já poderá ser visto no quadrante oeste logo após o ocaso, mas os últimos raios solares deverão interferir na observação. Estimativas conservadoras mostram que C/2011 L4 Panstarrs deverá atingir a magnitude 1, similar à de muitas estrelas visíveis no céu noturno. De acordo com o Laboratório de Propulsão a jato da Nasa, JPL, o brilho poderá ser ainda maior, com magnitude negativa de meio ponto.
A órbita de C/2011 L4 Panstarrs foi determinada pela primeira vez em 8 de junho de 2011 (2 dias após sua descoberta), depois que o astrônomo G. V. Williams analisou 34 posições do objeto registradas pela poderosa câmera de 1.4 gigapixels anexada ao Panstarrs-1. Inicialmente, a única estimativa foi sobre os valores do periélio em 2013, mas revisões posteriores já mostravam uma órbita bastante peculiar, apontando para a possibilidade de um cometa bastante brilhante.
No momento, C/2011 L4 Panstarrs se encontra a 1.2 bilhões de km do Sol e em março de 2013 atingirá o periélio, quando a menor distância até a estrela será de apenas 45 milhões de quilômetros, já inserido dentro da órbita de Mercúrio. É esperar e conferir!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A manipulação da Nasa nas fotos do Sol

O acobertamento de informações sobre o Sol da Nasa é fato, quem observa diariamente as fotos do Sol conseguiu perceber que nos últimos dias, tem havido manipulação nas fotos e tardia publicação, pois outra hora eram publicadas "em tempo real", agora surgem no fim do dia ou da noite e quase todos os dias, com lapsos de tempo entre uma foto e outra.


Como ninguém percebe nada sozinho, outras pessoas já perceberam também e aqueles que não prestavam atenção passarão a prestar e encontrar "defeitos" nas imagens.


Uma leitora do blog Márcia Cristina, me enviou a informação que vou detalhar para vocês abaixo, serei eternamente grata a ela por ter compartilhado aqui, sua observação. Quatro olhos enxergam melhor que 2. Juntos somos fortes!


Eu encaro as fotos abaixo como provas mais que definitivas e para aqueles que ainda tenham dúvidas, acredito que vão ficar de cabelo em pé, caso contrário, simplesmente não desejam ou não estão prontos para aceitar a informação.


No dia 28 de setembro, a Nasa publicou as fotos no Lasco 3 de forma ordenada e sem lapsos de tempo MAS mais uma vez pecou no quesito enganar a todos.


Mércurio que aparece acima do Sol nas imagens, tem percurso da direita para esquerda SEMPRE, mas nas fotos isso não acontece. Destaquei as fotos onde ocorre o movimento retrógrado do planeta:




Perceba que na foto 13:30 até 13:54, o planeta faz o percurso normal e natural, da direita para esquerda, mas na foto 14:06, ele volta, está mais a direita do que a esquerda que a foto anterior, contrariando o que seria natural do percurso do planeta.
Além desse disparate, existe outro no mesmo dia e nas mesmas imagens. Observe que na foto de 13:54 tem início uma explosão no canto abaixo direito do Sol, mas na imagem 14:06 a mesma não aparece, não prossegue.


Algo está acontecendo no Sol e se depender da Nasa, seremos pegos de surpresa ou avisados da forma que bem lhes couber. Estamos no escuro em relação a todas as informações do nosso amigo.

Lixo espacial: 45 objetos devem reentrar na atmosfera até dezembro

Se você ficou impressionado com a reentrada do satélite desgovernado UARS na última semana, então se prepare. Pelo menos 45 pedaços de satélites e restos de foguetes deverão retornar à Terra nos próximos 60 dias, incluindo um satélite alemão de 2.4 toneladas que deverá resistir ao calor da reentrada.
De acordo com dados do Comando estratégico dos EUA, (USStratcom), somente neste mês de setembro de 2011 cinco reentradas já foram observadas, entre elas a de três satélites - Uars, Cosmos 2388 e Hawksat 1. Os outros dois objetos eram restos de foguetes propulsores.

Dos 45 objetos que deverão reentrar na atmosfera nos próximos 60 dias, 13 são fragmentos restantes da colisão entre o satélite americano Iridium 33 e o russo Cosmos 2251, ocorrida em fevereiro de 2009 em pleno espaço. A maior parte do lixo é composta de restos de foguetes propulsores que foram usados para colocar objetos em órbita e que agora estão retornando à Terra.

Além desses fragmentos, a lista também contempla dois satélites de pesquisa: o pequeno Polysat, da Universidade Politécnica da Califórnia e o telescópio alemão de raios-x ROSAT. Enquanto o Poylsat CP6 não passa de um cubo de 10 centímetros que deverá ser incinerado durante a reentrada, prevista para 6 de outubro, Rosat é um grande equipamento de 2.4 toneladas e que segundo seus construtores, deverá resistir à reentrada.

Desde o início do ano, 269 satélites ou restos espaciais já retornaram à Terra, o que dá uma média de um objeto por dia rompendo nossa atmosfera. Desses, 13 eram satélites e 66 consistiam de fragmentos da colisão entre os satélites Iridium 33 e Cosmos 2251. Por ano, cerca de 80 toneladas de material espacial retornam à Terra.

Rosat
Além do UARS, que reentrou sobre o Pacífico em 24 de setembro, o satélite Rosat também deverá chamar a atenção nos próximos dias. Apesar do UARS ter o dobro da massa do Rosat, sua construção facilitou a ruptura dos componentes, provocada pelas altas temperaturas encontradas na fase da reentrada.

No caso do ROSAT, acredita-se que um total de 1.6 toneladas de fragmentos deverá resistir à reentrada, já que são formadas por vidro e fibra de carbono, altamente resistentes ao calor. Por ser um telescópio, a principal peça é o espelho primário, com peso aproximado de 400 quilos. Após reentrarem, essas peças cairão em queda livre, à velocidade de 450 km/h.

ROSAT tem órbita inclinada em 52 graus, muito parecida com a do UARS. Assim, o satélite deverá cair entre as latitudes 52.00N e 52.00S, com o Brasil novamente na rota dos destroços.

Os primeiros cálculos mostram que o satélite deverá reentrar na atmosfera no dia 11 de outubro, mas a exemplo do que ocorreu com o UARS essa data deverá mudar à medida que novos dados do fluxo solar sejam inseridos nos modelos de decaimento.

Quando foi colocado em órbita, em 1990, Rosat mantinha a altitude nominal de 580 km. Em julho de 2011 esse valor já era de 315 km e agora em setembro o satélite já está a 230 km acima do nível do mar.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

OUTRO SATÉLITE DEVERÁ CAIR EM NOVEMBRO

Um satélite da NASA desativado que caiu na Terra, na semana passada provocou algum burburinho no mundo inteiro, mas não é a única espaçonave caindo do espaço.

O Satélite Roentgen ou ROSAT, cairá para a Terra em algum momento no início de novembro, mas ainda é muito cedo para apontar exatamente quando e onde os restos do satélite da terra, de acordo com funcionários do Aeroespacial Alemão Center.

A órbita da nave espacial 2,4 toneladas estende-se desde as latitudes de 53 graus norte e sul, o que significa que o satélite poderia cair em qualquer lugar através de uma enorme faixa do planeta - que se estende desde o Canadá até a América do Sul.

NASA para anunciar Descobrimentos Asteroid New quinta-feira

Esta colagem mostra os 20 novos cometas descobertos por missão Neowise da NASA, uma extensão do WISE a missão espacial telescópio CRÉDITO: NASA / JPL-Caltech / UCLA

NASA revelará novas descobertas sobre asteróides próximos da Terra, durante uma conferência de imprensa esta quinta-feira (29 de setembro), funcionários da agência anunciou hoje.

Os cientistas vão apresentar os resultados com base em dados recolhidos pela NASA Infrared Pesquisa Wide-campo Explorador nave espacial (WISE) . O briefing será realizado no 13:00 EDT (1700 GMT) quinta-feira na sede da Nasa em Washington, DC, e terá "implicações para futuras pesquisas," os oficiais da NASA disse em uma nota à imprensa.

De janeiro de 2010 a fevereiro de 2011,WISE procurou por asteróides e cometas em uma missão chamada Neowise (com o pé NEO para "Near-Earth Object"). O observatório encontrou mais de 33 mil pedras novo espaço no cinturão principal entre Marte e Júpiter.

Tempestade solar atinge a Terra 'de raspão', diz Nasa

No seu auge, a tempestade foi qualificada como de forte a severa pelo Laboratório Espacial Goddard
WASHINGTON - Uma tempestade solar surgida em uma gigantesca mancha no Sol atingiu a Terra "de raspão", causando poucos transtornos nos sistemas elétricos, disseram especialistas dos EUA.

"A atual tempestade está provavelmente no fim", disse Joe Kunches, cientista do Centro de Previsão do Clima Espacial, ligado à Agência Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), dos EUA. "O vento solar que estava realmente energizado... parece já ter passado por nós."

No seu auge, a tempestade foi qualificada como de forte a severa pelo Laboratório Espacial Goddard, da Nasa, nos arredores de Washington.

A tempestade de partículas carregadas vindas do Sol - o chamado vento solar - foi gerada depois que a gigantesca mancha solar 1302 expeliu uma rajada de material solar, na manhã de sábado, 24, segundo nota da Nasa.

A mancha 1302 era grande a ponto de poder ser vista sem telescópio a partir da Terra, embora isso fosse desaconselhável devido aos riscos para o olho humano. Ela tem cerca de 160 mil quilômetros de diâmetro, espaço suficiente para caberem dez Terras lado a lado.

A tempestade solar gerada pela ejeção de massa atingiu o nível G3, numa escala que vai de G1 a G5, segundo a NOAA.

A "labareda" propriamente dita foi da categoria X1.9, chegando perto do topo da escala, mas os cientistas dizem que isso já era esperado na atual fase do ciclo solar, que tem duração de 11 anos. O pico da atividade solar, segundo os cientistas, vai ocorrer em meados de 2013.

As tempestades solares podem interferir em satélites, redes elétricas e sistemas de navegação como o GPS, mas ao que tudo indica a atual tempestade não causou grandes transtornos. Pessoas em latitudes muito baixas podem ter visto auroras boreais mais fortes.

Isso provavelmente ocorreu porque a mancha solar 1302 ficava perto da borda do disco solar que vemos da Terra. Por isso, segundo a NOAA, a tempestade atingiu apenas "de raspão" o campo magnético que cerca o nosso planeta.

Se tivesse atingido a Terra em cheio, disse a agência, "a tempestade geomagnética poderia ter atingido níveis 'severos' a 'extremos'."

A movimentação do Sol e da Terra nos últimos três dias já colocariam a mancha em posição frontal, mas sua atividade já parece ter diminuído, segundo os cientistas.

Fonte:Folha de São Paulo

terça-feira, 27 de setembro de 2011

GOVERNO AMERICANO ADVERTE QUE FORTE TEMPESTADE SOLAR PODE DEVASTAR O PLANETA A QUALQUER MOMENTO

Forte tempestade solar de chegar à Terra; especialistas NOAA disponíveis


Espaço da NOAA Centro de Previsão de Tempo - fonte oficial do país de avisos e alertas sobre o clima espacial e seus impactos na Terra - divulgou um alerta para uma forte tempestade geomagnética, G3 na Terra resultante de uma explosão significativa desde a manhã de sol sábado corona.Especialistas da NOAA clima espacial estão disponíveis para discutir esta e do potencial para mais tempestades solares esta semana.

Impactos chegaram na Terra, solavancos do campo magnético do planeta e provocando forte "geomagnético storming" em algumas regiões.Ejeção de massa coronal de sábado - uma explosão de partículas carregadas eo campo magnético que fluíam para fora do sol em cerca de cinco milhões de milhas por hora - um golpe olhando para o planeta.Se tivesse sido dirigidos diretamente para a Terra, o geomagnético assalto poderia ter chegado a "grave" para "extreme" os níveis.

Tempestades geomagnéticas na Terra pode impedir o funcionamento de redes elétricas e de rádio temporariamente danos e comunicação via satélite.Nenhum impacto para a rede elétrica, satélite ou outros sistemas tecnológicos têm sido relatadas, ainda, de tempestade geomagnética de hoje, o que pode persistir por várias horas.

A mancha no sol que produziu de ejeção de massa coronal de sábado mantém-se activa e está bem posicionada para oferecer uma atividade mais tempestade nos próximos dias.SWPC NOAA continuará a assistir a região ativa para a atividade, e continuará a informar os seus clientes - operadores de rede, os operadores de satélite, companhias aéreas e mais - sobre o que esperar, para que eles possam proteger infra-estruturas e ao público.

O clima espacial pode também desencadear aurora espetacular (luzes do norte e do sul).Hoje à noite, os espectadores no Norte da Ásia e Europa têm a chance de ver aurora.

Mancha solar causa tempestade geomagnética na Terra

Redação do Site Inovação Tecnológica - 27/09/2011

A ejeção de massa coronal sentida mais fortemente atingiu a Terra nesta segunda-feira, 26, marcando um índice Kp=8, em uma escala que vai até 9.[Imagem: NASA]
Ejeção de massa coronal

A descomunal mancha solar 1302 lançou outra forte erupção - uma ejeção de massa coronal - que foi detectada nas últimas horas pela sonda SDO (Solar Dynamics Observatory) da NASA.

A erupção atingiu a categoria X1.9, captada na forma de um flash ultravioleta.

A ejeção de massa coronal sentida mais fortemente atingiu a Terra nesta segunda-feira, 26, marcando um índice Kp=8, em uma escala que vai até 9.

As simulações feitas pela NASA indicam que o plasma trazido pelo vento solar forçou uma forte compressão da magnetosfera da Terra, atingindo a altitude dos satélites artificiais que ficam em órbita geoestacionária.

Até agora não há nenhum relato de problemas nas comunicações.

Tempestade em andamento

Um filme feito pela SDO mostra uma onda de choque projetando-se do local da explosão, na superfície do Sol, rumo ao espaço.

Felizmente, dentre as recentes atividades dessa gigantesca mancha solar, nenhuma estava dirigida diretamente para a Terra.

Mas isto pode mudar, conforme o Sol gira e faz a mancha ficar voltada para o nosso planeta nos próximos dias.

Anteriormente, ela já havia gerado duas ejeções de massa coronal, uma de categoria M8.6, no dia 24 e uma M8.8, no dia 25.

Isso foi suficiente para que os observatórios da Terra detectassem um forte aumento na atividade magnética.

Os dados indicam que a mancha solar 1302 está crescendo, não tendo apresentado nenhum sinal de se acalmar.

domingo, 25 de setembro de 2011

BLECAUTE SOL-NASA

No dia 2, uma falha no sistema de Itaipu provocou falta de energia em vários estados. O aumento da atividade solar começou no dia 1.

Algumas pessoas relataram falta de energia constante em alguns bairros de Natal-RN, que ficaram sem eneriga por 10 horas sem a devida explicação das autoridades.


No dia 6 e 7 de setembro, o Sol produziu 2 explosões classe X em menos de 24 horas e inúmeras explosões C e M e o aumento acentuado tornou o Sol um rádio transmissor e no dia 8, um blecaute atinge 2 milhões de pessoas nos EUA e México


Em entrevista coletiva, o diretor de operações da companhia, Mike Niggli, descartou a hipótese de um atentado, mas ressaltou que a causa da avaria ainda é desconhecida. "Acho que é a primeira vez que cai todo o sistema", apontou Niggli.


Em 19 de setembro, a Stereo Soho detectou seis ejeções de massa coronal (CMEs). Duas das nuvens rapidamente se dissiparam. Os quatro restantes, no entanto, ainda estão intactos e eclodindo através do sistema solar interno, oferecendo um rude golpe ao campo magnético da Terra em 22 de setembro. (Veja a animação clicando no link)


No dia 21 o Sol desencadeou 11 erupções solares entre classes C e C6 e um flare classe M1.8 e no dia 22, foram 10 erupções classes C, uma classe M1 seguida de uma nova classe X1.4, proveniente da mancha 1302.


No dia 23 foram 11 erupções solares, destaque para duas erupções de igual intensidade classe C9.6, e uma M1.6.


E finalmente no dia 24 foram 11 erupções solares, mais uma classe X, 4 erupções classe C e 7 erupções classe M seguidas. A explosão classe X produziu uma ejeção de massa coronal (CME), que a poderia desferir um golpe no campo magnético terrestre em 26 de setembro.
A região ativa (mancha 1302) tem um complexo de "beta-gama-delta" do campo magnético que abriga forte energia para erupções de classe M-X . Flares dessa região vão se tornar cada vez mais geoefetivas quando ela se voltar para a Terra nos próximos dias. Essa macha de ponta a ponta tem mais de 100.000 km.
Marko Posavec de Koprivnica, Croácia, fotografou a mancha solar gigante em 24 de setembro, que pode ser melhor fotografada no amanhecer e pôr do Sol.
Como aconteceu no começo de setembro, a atividade das manchas solares 1302 novamente transformou o Sol em um rádio transmissor de ondas curtas, rajadas de estática que podem ser ouvidas no alto-falantes de rádios de ondas curtas na Terra. O rádio amador astrônomo Thomas Ashcraft registrou uma amostra de seu observatório de quintal, no Novo México no dia 24 de setembro. Clique aqui para ouvir. (Fonte)


Ainda seguindo o mesmo padrão, como aconteceu no começo de setembro, ontem (24), um blecaute generalizado cujas causas ainda não são conhecidas, afetou toda a cidade de Santiago e outras regiões do Chile, por uma avaria no sistema que alimenta grande parte do país. Das 15 milhões de pessoas que compõe o Chile, 6 milhões foram afetadas.


Até o momento (25 de setembro 17:00) foram 8 erupções solares, 2 classe C e 6 classe M ( a maior M7.4) e seguindo o mesmo padrão dos últimos dias, houve novamente um lapso no tempo de fotos do soho lasco 2 e 3. De 6:12 pulou para 13:26.
Então meus queridos, seja lá o que realmente esteja acontecendo com o Sol, a Nasa não nos contará (óbvio), mas nos últimos dias, a cara de pau esqueceu-se dos velhos e bons retoques no photoshop, simplesmente não publica as imagens.