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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Rússia adverte que vai usar armas nucleares contra a OTAN se ameaçada

  General em Chefe do EMFA da  Rússia usaria armas nucleares para afastar Ameaças 

MOSCOU, (RIA Novosti)
 Rússia usaria armas nucleares em resposta a qualquer ameaça iminente à sua segurança nacional,  informou o Chefe do Estado-Maior General russo Nikolai Makarov general  naúltima  quarta-feira.
 "Certamente não estamos planejando lutar contra toda a Otan", Makarov disse em uma entrevista com a rádio Ekho Moskvy ", mas se houver uma ameaça à integridade da Federação Russa, temos o direito de usar armas nucleares, e nós o faremos. "
 O general disse que a dissuasão nuclear da Rússia é a pedra angular da estabilidade estratégica e os esforços sérios estão sendo tomadas pelo governo russo para modernizar tríade nuclear do país.
O ministério da Defesa russo pretende adquirir pelo menos 10 classe Borey submarinos nucleares estratégicos, bem modernizar sua frota de Tu-160 Blackjack e Tu-95 Bear bombardeiros estratégicos, e equipar suas forças de mísseis estratégicos com yars formidáveis ​​sistemas móveis de mísseis balísticos.
Makarov também salientou a importância de se manter altamente eficientes, móveis forças convencionais.
 "Infelizmente, estamos diante de ameaças de vários estados instáveis, onde não há armas nucleares, mas bem treinados, fortes e móveis Forças Armadas são necessárias para resolver qualquer situação de conflito", disse Makarov. 

China já não está apoiando Bashar al-Assad


Wen Jiabao. foto: RIA Novosti

O primeiro-ministro chinês Wen Jiabao fez uma declaração inesperada. “A China não está apoiando nenhuma das partes envolvidas no conflito na Síria, incluindo o governo do presidente Assad”, - comunicou numa conferência de imprensa em Pequim.
fonte:voz da russia

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Porta-aviões dos EUA atravessa Estreito de Ormuz em meio a tensões com Irã

Vigiado por patrulhas iranianas, USS Abraham Lincoln navegou próximo a costa do país persa em meio a tensões por seu programa nuclear

iG São Paulo 14/02/2012 15:11 - Atualizada às 20:18
O porta-aviões norte-americano Abraham Lincoln navegou nesta terça-feira pelo Estreito de Ormuz, perto da costa iraniana, pela segunda vez nas últimas semanas.
A passagem do porta-aviões - acompanhada de perto por barcos de patrulha iranianos, que chegaram a passar a 3,2 km do USS Abraham Lincoln - pôs fim a uma missão no Golfo que mostrou o poder naval do ocidente em meio às tensões com Teerã, que ameaçou bloquear a vital via por onde passa 20% do petróleo utilizado no mundo.

Foto: AP
Helicóptero americano que acompanha o porta-aviões USS Abraham Lincoln paira sobre navio de patrulha iraniano durante travessia no Estreito de Ormuz
Leia também: Irã ameaça fechar Estreito de Ormuz se sofrer novas sanções
Oficiais a bordo do USS Abraham Lincoln disseram que não houve incidentes com as forças iranianas e descreveram a fiscalização por Teerã como "medidas de rotina" próximo ao estratégico estreito, cujo controle cabe ao Irã e a Omã.
Embora navios de guerra americanos tenham passado no estreito por décadas, essa viagem ocorre durante um aumento das tensões entre o Irã e o ocidente, por conta do controverso programa nuclear do país persa. A última vez que um porta-aviões deixou o Golfo - o USS John C. Stennis em dezembro - o chefe do Exércio iraniano alertou que os EUA não deveriam voltar nunca mais.
Saiba mais: Irã ameaça agir se porta-aviões dos EUA voltar ao Golfo Pérsico
O Lincoln é o principal componente da flotilha que entrou no Golfo no mês passado, junto a navios de guerra do Reino Unido e da França em uma mostra da unidade do ocidente contra as ameaças iranianas. Não houve nenhum comentário imediato por parte do Irã sobre a partida do Lincoln.
A Guarda Revolucionária Iraniana disse que planejava exercícios navais perto do Estreito, por onde passam cerca de 14 navios-tanque de petróleo por dia. Mas os militares iranianos não fizeram qualquer tentativa em interromper o tráfico de navios-tanque - ação essa que, segundo os EUA e seus aliados, teria uma rápida resposta.

Dois navios de guerra americanos, um a frente e outro na parte traseira, escoltaram o Abraham Lincoln em sua jornada pelo estreito até o Mar Arábico depois de quase três semanas no Golfo, frequentemente visitado por navios de guerra americanos.
Mais tarde, apenas depois que o Lincoln circundou uma parte do território de Omã ao final do estreito, um avião de patrulha iraniana ganhou altura. Outro barco de patrulha aguardava mais ao final da costa, disse Troy Shoemaker, comandante das forças do Abraham Lincoln.
Além dos barcos de patrulha regulares do Irã, a Guarda Revolucionária opera um grande número de barcos pequenos de ataque rápido. Alguns estão armados apenas com uma metralhadora, enquanto outros carregam mísseis. Eles são difíceis de detectar porque se assemelham a outros barcos que dobram o estreito.
Shoemaker disse que nenhum desses barcos rápidos apareceram nesta terça-feira, provavelmente por conta do movimento revoltoso do mar. Ele acrescentou que já previa que os iranianos manteriam um olhar atento quanto aos movimentos do Lincoln em toda sua passagem, inclusive com radares em terra. A ação das patrulhas iranianas não foi nenhuma surpresa.
"Nós faríamos as mesmas coisas se fosse na costa dos EUA... É mais que razoável. Nós estamos operando no quintal deles", disse. "Nós temos feito isso por anos."
Vários helicópteros americanos acompanharam o porta-aviões durante o tráfego, cuidando das embarcações potencialmente hostis e transmitindo em tempo real imagens do caminho para a tripulação do Lincoln.
Os EUA e seus aliados temem que o programa iraniano de enriquecimento de urânio tenha como intuito a produção de armas nucleares. O Irã insiste que o enriquecimento de urânio tem somente fins civis.
"Eu não caracterizaria... nós indo pelo estreito como: 'Hey, essa é uma grande demonstração de força. Estamos chegando.' Esse é um estreito internacional feito para o trânsito. Partimos de um local para o outro", disse o capitão John Alexander, o comandante do Lincoln, enquanto se preparava para a viagem na noite de segunda-feira.
É esperado que o Lincoln dê suporte aéreo à missão da Otan no Afeganistão nesta terça-feira. Fontes da Marinha no Golfo disse que outro porta-aviões deve voltar ao Estreito em breve, mas não entrou em detalhes.
Com AP

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Turquia se prepara para entrar suas tropas em Síria

O canal televisivo estatal iraniano Press TV informou, fazendo referências às fontes nas autoridades supremas do país, que, conforme o plano, preparado pelos EUA e outros países ocidentais, as tropas da Turquia planejam uma intrusão no território da Síria.
As tropas turcas, como afirma o canal televisivo, armarão os oposicionistas sírios, Israel atacará as bases militares sírias e derrubará Bashar Assad. Depois, da Líbia virão as forças americanas junto com guerreiros wahabitas.
Fonte: Voz da Rússia

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A Europa tem apenas 10 dias para salvar a zona do euro e evitar a tragédia financeira global, adverte chefe das Finanças da UE Ollie Rehn

Apenas 10 dias são deixados para salvar o Euro e evitar um colapso econômico global.
Esse foi o terrível aviso do diretor financeiro da UE de Bruxelas na noite passada.
E como o comissário falou, um esforço internacional enorme de emergência estava a caminho para evitar um desastre financeiro mundial.
Seis bancos centrais ao redor do mundo disseram que estavam prontos para fornecer milhares de milhões de dólares baratos para os bancos europeus para mantê-los empréstimos uns aos outros.
O colapso dos empréstimos entre bancos provocaram a crise financeira de 2008, e Downing Street advertiu ontem que o mundo já estava nas garras de outra quebra fatal de créditos".
" Em uma referência ao colapso grande de banco dos EUA, que provocou o acidente de 2008, um oficial sênior Whitehall disse: "Nós não estamos no Lehman ... ainda."
Como temores de propagação da catástrofe, verificou-se que watchdog bancário britânico, a Financial Services Authority, disse aos maiores bancos do país para acelerar os seus planos de emergência para um iminente colapso do euro.
Se a moeda se desmoronar, a economia mundial vai entrar em espiral de crise.
A Grã-Bretanha, com as suas ligações em massa para a Europa, teria de enfrentar uma recessão profunda e destrutiva de novo.
E ministro das Relações Exteriores francês Alain Juppé afirmou que o continente poderia descer para a guerra. " Ele disse: "Nós temos nos lisonjeados por décadas que temos erradicado o perigo de conflito armado, mas não devemos estar muito certo disso."
Rehn deu um prazo de 10 dias, entregue aos ministros das Finanças europeus, em Bruxelas, em uma cúpula que se refere a esta quebra aos líderes da UE na cidade em 9 de dezembro. " Ele lhes disse: "Estamos agora a entrar no período crítico de 10 dias para completar e concluir a resposta à crise da União Europeia."
As medidas que os políticos têm até agora chegado a lidar com a crise não conseguiram satisfazer os mercados.
Analistas dizem que precisam de um pacote de resgate espetacular para afastar o Euro da ameaça de colapso.
O Euro está em crise porque vários membros, particularmente Grécia, Itália e Espanha, têm dívidas nos mercados e temem que nunca serão capazes de retribuir.
Se eles colapsarem - admitem que não podem pagar o que devem - os bancos que detêm IOUs de seu empréstimo (títulos) podem entrar em colapso.
Chefes de bancos já estão acumulando dinheiro para se preparar para o pior e estão se tornando com medo de emprestar uns aos outros, criando uma crise de crédito sem precedentes.
A Ação de ontem dos bancos centrais da América, a União Européia, a Grã-Bretanha, Japão, Canadá e Suíça é projetado para obter empréstimos bancários vão além novamente.
O Porta-voz oficial de David Cameron disse: "Trata-se de ter planos de contingência sensíveis no lugar, porque há claramente uma situação muito grave nos mercados financeiros.
" "Estamos experimentando uma crise de crédito. Esta ação é sobre a tentativa de mitigar os efeitos dessa crise de crédito."
O movimento pelos seis bancos enviados aos mercados acionários globais crescentes, mas especialistas alertaram que era um "esparadrapo".
E Financial Services Authority confirmou que eles têm dito os grandes bancos da Grã-Bretanha para se certificar de que se eles estão prontos se o colapso Euro vier ". Eles disseram que a boa gestão de riscos envolvidos no "planejamento de cenários improváveis, é grave".
O que tudo isso significa para você
Por que os bancos a tomar medidas de emergência? Para parar o sistema mundial de bancos em apreensão, causando uma crise de crédito.
O que exatamente está sendo feito?
Os EUA com seu Federal Reserve, Banco da Inglaterra, Banco do Japão e o Banco Central Europeu são boates de salvamento juntos para ajudar a obter fundos que circulam pelo sistema. Eles concordaram em disponibilizar fundos para os bancos com taxas de juros mais baixas até fevereiro de 2013.
Por que eles precisam fazer isso?
Temores de que a zona do euro esteja à beira do colapso e tinha tornado difícil para os seus bancos para obter os empréstimos de que precisam para continuar.
Como chegamos a esta bagunça?
Os líderes europeus têm sobre a crise dos dithered dívida da zona do euro, alimentando temores de que a zona do euro poderia quebrar.
Por que isso importa?
Seria um mega golpe nas finanças dos bancos, que estão todos interligados. Bancosdo UK iriam acabar com muito menos dinheiro para emprestar às empresas e famílias.
Será que esta ação resolverá o problema?
Não vai acabar com a crise do euro, mas apenas compra mais tempo.
Fonte:
Daily Record.com.uk

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Manifestantes invadem embaixada britânica em Teerã

Manifestante iraniano corre dentro do pátio da embaixada enquanto um veículo diplomático arde em chamas
Foto: AP
Dezenas de manifestantes invadiram nesta terça-feira a embaixada da Grã-Bretanha em Teerã e substituíram a bandeira britânica pela iraniana.
Os manifestantes, que protestavam contra as sanções de Londres a Teerã por seu programa nuclear, também quebraram as janelas com pedras e queimaram bandeiras britânicas e israelenses, segundo imagens exibidas ao vivo pela televisão.
UE prepara mais sanções ao Irã, diz líder do Conselho Europeu
A União Europeia está preparando novas sanções contra o Irã, e partilha com os EUA da preocupação de que a República Islâmica estaria tentando desenvolver armas nucleares, disse na segunda-feira o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy.

Falando a jornalistas depois de se reunir na Casa Branca com o presidente Barack Obama e outras autoridades norte-americanas, Van Rompuy não citou detalhes sobre as possíveis sanções. Em nota divulgada conjuntamente após o encontro, os EUA e a União Europeia disseram partilhar de uma "profunda preocupação" com o programa nuclear iraniano.
"Salientamos nossa determinação de assegurar que o Irã cumpra suas obrigações, incluindo respeitar as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e cooperar plenamente com a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) para esclarecer as sérias preocupações da comunidade internacional sobre a natureza do seu programa nuclear," disse a nota.
O Irã insiste no caráter pacífico das suas atividades, apesar de já ter sofrido quatro rodadas de sanções da ONU por causa da sua recusa em abandonar o programa de enriquecimento de urânio.
Fonte: Notícias Terra

Vinte sinais de colapso financeiro iminente na Europa

Estamos à beira de um colapso financeiro de enormes proporções na Europa.
Rumores de uma situação de incumprimento iminente por parte da Grécia circulam por tudo o que é sítio e já há representantes do Governo grego a admitir abertamente que estão a ficar sem dinheiro. Sem mais fundos de resgate, é absolutamente certo que em breve a Grécia deixará de pagar as suas dívidas. Mas os representantes alemães ameaçam com a retenção de mais pagamentos de resgate até os gregos “fazerem aquilo que concordaram fazer”. A atitude na Alemanha é que chegou a altura de os gregos pagarem o preço de se terem endividado tanto. Os representantes do Governo grego estão a ficar frustrados porque quanto mais medidas de austeridade aplicam, mais a sua economia recua. À medida que a economia recua, o mesmo acontece aos pagamentos de impostos e o défice orçamental fica ainda maior. Entretanto, hordas de cidadãos gregos enfurecidos protestam violentamente nas ruas. Se a Alemanha permitir que a Grécia entre numa situação de incumprimento, isso irá iniciar a queda de dominós financeiros em todo o mundo e será um sinal para os mercados financeiros de que existe uma possibilidade muito real de se permitir que Portugal, a Itália e a Espanha entrem também em incumprimento. Escusado será dizer que, nessa altura, ficaria instalada a confusão.
Porque é então a Grécia tão importante?
Bem, há duas razões pelas quais a Grécia é tão importante.
Em primeiro lugar, os grandes bancos em toda a Europa têm um grande investimento na dívida grega. Uma vez que muitos desses bancos também estão fortemente alavancados, se forem forçados a assumir grandes prejuízos com a dívida grega, muitos deles poderão ser aniquilados.
Em segundo lugar, se a Grécia entrar em incumprimento, os mercados percebem que Portugal, a Itália e a Espanha provavelmente também não serão resgatados. De repente, tornar-se-ia muitíssimo mais caro para esses países contraírem empréstimos, o que iria agravar imenso os seus já enormes problemas de endividamento.
Se a Itália ou a Espanha caíssem, grandes bancos em todo o mundo seriam aniquilados.
Paul Krugman, do New York Times, resumiu recentemente a escala do problema que o sistema financeiro mundial actualmente enfrenta….
A turbulência financeira na Europa deixou de ser um problema das pequenas economias periféricas, como a Grécia. O que está actualmente em curso é um ataque em grande escala dos mercados às economias muito maiores da Espanha e da Itália. Nesta altura, os países em crise representam cerca de um terço do PIB da zona euro, pelo que a a própria divisa europeia única está com a existência ameaçada.
A maioria dos americanos não perde muito tempo a pensar sobre a situação financeira da Europa.
Mas devia.
Neste preciso momento, a economia dos Estados Unidos faz um tremendo esforço para se manter fora de outra recessão. Se a Europa sofrer uma derrocada financeira, não existe nenhuma maneira de os Estados Unidos conseguirem evitar outra recessão económica grave.
Se acham que as coisas estão más agora, esperem só. Depois da próxima grande crise financeira, aquilo por que estamos actualmente a passar vai parecer um piquenique de domingo.
Seguem-se 20 sinais de colapso financeiro iminente na Europa….
N.º 1 A taxa de juro (yield) das obrigações gregas a 2 anos é actualmente superior a 60%. A taxa de juro das obrigações gregas a 1 ano é actualmente superior a 110%. Basicamente, os mercados financeiros mundiais estão agora plenamente convencidos de que a Grécia vai entrar em incumprimento.
N.º 2 As acções dos bancos europeus estão hoje, mais uma vez, verdadeiramente de rastos. É o que vem a acontecer, repetidamente, nas últimas semanas. Aquilo a que estamos a assistir agora é uma tendência clara. Tal como em 2008, as acções bancárias mais importantes lideram o caminho da derrocada financeira.
N.º 3 O Governo alemão está actualmente a fazer preparativos para resgatar os principais bancos alemães quando a Grécia entrar em incumprimento. Segundo se diz, o Governo alemão está a dizer aos bancos e às instituições financeiras para se prepararem para um corte de 50% nas obrigações da dívida grega.
N.º 4 Com muitos milhares de cidadãos enfurecidos a protestar nas ruas, o Governo grego parece estar hesitante em implementar plenamente as medidas de austeridade que lhe estão a ser exigidas. Mas se a Grécia não fizer aquilo que lhe dizem para fazer, a Alemanha pode reter a ajuda futura. Segundo Wolfgang Schaeuble, ministro das Finanças da Alemanha, a Grécia encontra-se agora “sobre o fio da navalha”.
N.º 5 A Alemanha está a assumir uma posição cada vez mais dura para com a Grécia e, neste momento, os gregos estão a sentir-se muito empurrados pelos alemães. Ambrose Evans-Pritchard chamou a atenção para este facto de forma muito eloquente num recente artigo para o Telegraph….
O comissário europeu alemão Günther Oettinger afirmou que a Europa devia enviar capacetes azuis para assumirem o controlo da cobrança de impostos grega e liquidarem os activos do Estado. É bom que estejam bem armados. Os títulos da imprensa grega têm sido “Capitulação incondicional” e “Aterrorizando os gregos”, chegando mesmo a falar em “Quarto Reich”.
N.º 6 Todos sabem que a Grécia não pode, simplesmente, durar muito mais tempo sem resgates contínuos. John Mauldin explicou o porquê desta situação num artigo recente….
Trata-se de aritmética escolar elementar. O rácio da dívida em relação ao PIB na Grécia encontra-se actualmente nos 140%. Estará próximo dos 180% no final do ano (admitindo que alguém lhes dará o dinheiro). O défice está acima de 15%. Eles não podem, pura e simplesmente, pagar os juros. As verdadeiras taxas de juro do mercado (não subsidiadas pela zona euro) sobre a dívida grega de curto prazo estão próximas dos 100%, pelo que leio nos jornais. A sua dívida de longo prazo não pode, simplesmente, voltar a ser financiada sem resgates da zona euro.
N.º 7 As medidas de austeridade que já foram aplicadas estão a fazer a economia grega recuar rapidamente. O ministro das Finanças da Grécia, Evangelos Venizelos, anunciou que o Governo grego prevê actualmente um recuo de 5,3% da economia em 2011.
N.º 8 O vice-ministro das Finanças da Grécia, Filippos Sachinidis, afirma que a Grécia só tem numerário suficiente para continuar a funcionar até ao próximo mês.
N.º 9 Importantes bancos nos Estados Unidos, no Japão e na Europa estão tremendamente expostos à dívida grega. Se fossem forçados a assumir grandes prejuízos com a dívida grega, vários bancos principais que estão muitíssimo alavancados podiam de repente correr o risco de ser aniquilados.
N.º 10 Se a Grécia se afundar, Portugal pode muito bem ser o próximo. Ambrose Evans-Pritchard do Telegraph explica desta forma….
Contudo, empurrar a Grécia pela ribanceira abaixo acarreta o risco de contágio instantâneo a Portugal, que tem níveis mais elevados de endividamento total e um défice da balança de transacções correntes igualmente mau, de cerca de 9% do PIB, e que é também, a longo prazo, incapaz de cumprir as medidas de austeridade ditadas pela Alemanha. A partir daí, a reacção em cadeia para o núcleo central da UEM seria rápida e violenta.
N.º 11 A taxa de juro (yield) das obrigações portuguesas a 2 anos é actualmente superior a 15%. Há um ano, a taxa de juro dessas obrigações era de cerca de 4%.
N.º 12 Portugal, a Irlanda e a Itália têm actualmente rácios da dívida em relação ao PIB muito superiores a 100%.
N.º 13 A Grécia, Portugal, a Irlanda, a Itália e a Espanha, em conjunto, devem ao resto do mundo cerca de 3 biliões de euros.
N.º 14 Em breve, os principais bancos das zonas “saudáveis” da Europa poderão assistir à desvalorização dos seus ratings de crédito. Por exemplo, há rumores persistentes de que a Moody’s está prestes a descer os ratings de crédito de vários importantes bancos franceses.
N.º 15 A maioria dos grandes bancos europeus está completamente alavancada e extremamente exposta à dívida soberana. Antes do seu colapso em 2008, a alavancagem do Lehman Brothers era de 31 para 1 [por cada euro que tinham em depósito, investiam 31]. Hoje em dia, a alavancagem dos principais bancos alemães é de 32 para 1, e esses bancos detêm actualmente uma quantidade enorme de dívida soberana europeia.
N.º 16 O BCE não vai conseguir comprar indefinidamente dívida dos membros da zona euro em dificuldades. O Banco Central Europeu já detém qualquer coisa como 444 mil milhões de euros de dívida dos governos da Grécia, Itália, Portugal, Irlanda e Espanha. Na sexta-feira, o alemão Jurgen Stark demitiu-se do Banco Central Europeu em protesto contra essas compras irreflectidas de obrigações.
N.º 17 De acordo com o centro de estudos Open Europe, com base em Londres, o Banco Central Europeu está actualmente muitíssimo sobrealavancado….
“Se os activos do BCE descessem apenas 4,23% em valor . . . todo o seu capital base seria aniquilado”.
N.º 18 A recente decisão proferida pelo Tribunal Constitucional da Alemanha parece ter posto fora de questão a criação de qualquer mecanismo de resgate “permanente” para a zona euro. Basta repararem na seguinte linguagem da decisão….
“Não serão criados mecanismos permanentes através de tratados, que nos levem a assumirmos responsabilidade pelas decisões de outros Estados, especialmente se elas implicarem consequências incalculáveis”
N.º 19 O economista Nouriel Roubini avisa que sem “um enorme estímulo” por parte dos governos do mundo ocidental, vamos assistir a um colapso financeiro de grandes proporções e vamos dar connosco a mergulhar numa depressão….
“A curto prazo, precisamos de um enorme estímulo; caso contrário, vai haver outra Grande Depressão.”
N.º 20 O ministro da Economia alemão, Philipp Roesler, avisa que não está “fora da mesa” um “incumprimento controlado” para a Grécia….
”Para estabilizar o euro, não devemos tirar nada de cima da mesa no curto prazo. Isso inclui, como cenário mais desfavorável, um incumprimento controlado para a Grécia se estiverem disponíveis os instrumentos necessários para tal.”
Neste momento, a Grécia está presa numa espiral de morte. Quanto mais medidas de austeridade aplica, mais a economia abranda. Quanto mais a economia abranda, mais as receitas fiscais diminuem. Quanto mais as receitas fiscais diminuem, mais se agravam os problemas de endividamento.
A Grécia pode acabar por sair do euro, mas isso só iria agravar muitíssimo os seus problemas económicos e seria também muito prejudicial para o resto da zona euro.
Vários políticos na Europa advogam uns “Estados Unidos da Europa” como a solução definitiva para estes problemas, mas neste momento os cidadãos da zona euro estão, esmagadoramente, contra uma integração económica mais profunda.
Além disso, conceder à UE ainda mais poder, significaria uma perda de soberania nacional ainda maior para os povos da Europa.
O que não seria bom.
Portanto, o que temos agora em mãos é o status quo. Mas a situação actual não pode durar muito mais tempo. A Alemanha está a ficar farta de conceder resgates, e países como a Grécia estão a ficar fartos das medidas de austeridade que lhes estão a ser impostas.
A certa altura, alguma coisa vai estalar. Quando isso suceder, os mercados financeiros mundiais vão responder com uma mistura de pânico e receio. Os mercados de crédito irão congelar porque ninguém será capaz de dizer quem é que é estável e quem é que está à beira do colapso. Os dominós começarão a desmoronar-se e várias importantes instituições financeiras serão aniquiladas. Os governos em todo o mundo terão de determinar quem é que querem resgatar e quem é que não querem resgatar.
Vai ser uma confusão gigantesca.
Durante décadas, os governos do mundo ocidental foram avisados de que se estavam a endividar demais.
Durante décadas, os principais bancos e as grandes instituições financeiras foram avisados de que estavam a tornar-se demasiado alavancados e a assumir demasiados riscos.
Ninguém quis ouvir.
Agora cabe-nos assistir ao desenrolar em câmara lenta de um pesadelo financeiro global.
Vão buscar as pipocas e preparem-se. Vai ser um verdadeiro espectáculo.
http://theeconomiccollapseblog.com/archives/20-signs-of-imminent-financial-collapse-in-europe
FONTE

sábado, 26 de novembro de 2011

Colapso do euro pode acontecer antes do Natal

O euro como moeda pode colapsar ainda antes do Natal se a União Europeia não tomar adequadas medidas anticrise, anunciou o famoso economista francês Jacques Attali, ex-chefe do Banco Europeu da Reconstrução e Desenvolvimento.
É duvidoso que o euro exista depois do Natal. Só há uma chance em duas que a moeda única se mantenha até esse momento, disse Jacques Attali.
De acordo com Attali, para prevenir o colapso do euro é necessário autorizar o Banco Central Europeu a comprar obrigações dos países da zona do euro que estão na crise e privá-los de uma parte da soberania financeira, introduzindo um controle supranacional sobre os respetivos orçamentos.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Está chegando a hora: ONU propõe moeda global única

O processo está muito rápido... Eles não querem perder o controle do povo... Logo após a aprovação do FDA para implantar microchips RFID em humanos (veja aqui), a ONU propõe a criação de uma moeda mundial... Sem dúvidas esta moeda não será em espécie... Será eletrônica, por meio de chips... O próprio povo deseja que seja assim (veja aqui)...
Confira:
A UNCTAD, Conferência da ONU para o comércio e o desenvolvimento, avalia que o sistema atual de reserva internacional é um dos principais responsáveis pela crise econômica atual. O órgão pediu esta semana uma reforma abrangente, pois seus estudos mostram que, considerando a proporção do PIB, um país como o Brasil gastou mais do que os EUA e outros países ricos em estímulos à economia.
A ONU passou a defender a criação de uma nova moeda global única, que protegeria os mercados emergentes da especulação financeira. Enquanto existem ameaças de países ricos saírem da “zona do Euro” e uma crescente desconfiança da manutenção do dólar como principal moeda da reserva internacional.
Por sua vez, a UNCTAD lançou como uma hipótese real a criação de um tipo de banco central global (ou uma versão reformada do FMI), que emitiria uma moeda de reserva “artificial”. A ideia não é totalmente nova, uma moeda chamada “bancor” foi proposta em 1944, mas nunca obteve apoio.

“Há uma possibilidade de que os países concordem em trocar suas moedas atuais por uma nova. Esta moeda global única teria como lastro uma cesta de divisas de todos os membros”, explica o relatório da entidade.
A nova moeda auxiliaria a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países, embora eles continuassem emitindo suas próprias divisas.

Certamente serão necessárias regras que determinem que os Bancos Centrais das nações intervenham no mercado de câmbio. Assim suas moedas se valorizarão ou ficarão mais baratas, dependendo do comportamento da economia global.

Para a Unctad, ao contrário de hoje, países com um grande déficit (como os Estados Unidos) e também os que possuem enormes superávit (como China e Alemanha) terão que ajustar as suas contas, não cabendo mais a responsabilidade apenas aos primeiros.

O modelo econômico atual tem uma tendência à deflação, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento. Enquanto isso, os superavitários não precisam aumentar as importações. Portanto, essa demanda menor reduz o preço dos produtos.

“Substituir o dólar com a moeda forte resolveria alguns dos problemas relacionados com o potencial dos países com grandes déficits e ajudaria a estabilidade”, explicou Detlef Kotte, um dos autores do relatório. “Mas também vamos precisar de um sistema de taxas de câmbio administradas. Os países devem manter estáveis suas taxas de câmbio reais [ajustadas pela inflação]. Bancos centrais teriam de intervir, mas poderiam ser instruídos por uma instituição multilateral, como o Fundo Monetário Internacional. ”

Embora muitos economistas tenham afirmado que a economia mundial precisa de uma correção imediata, nenhuma instituição importante, incluindo o G20 , ofereceu alternativas viáveis.

Embora vários países, incluindo China e Rússia, já tenham sugerido substituir o dólar como moeda de reserva mundial, esta é a primeira vez que uma grande instituição multinacional apoia a sugestão. Em 2009, o G8, grupo dos países mais ricos do mundo, já havia proposto a implementação de uma moeda global unificada, masque não teve o apoio necessário, pois a zona do Euro ainda não dava sinais de tanta fraqueza.

A moeda era chamada de “dinheiro do futuro” e contava com o lema “unidade na diversidade” e cinco estrelas que representariam os cinco continentes; as folhas do outro lado representariam supostamente a árvore da vida. Mais informações sobre esse sistema financeiro pode ser vista na guia “manifesto” do site nos artigos 1 e 2:

“ART. 1- “Unidade na diversidade” é o alicerce que move esta iniciativa, que começou em 1996. (..) Sua importância histórica é ainda maior do que a sua economia, é uma meta que se baseia na fé, esperança e a unificação das raízes culturais e espirituais.”

Ano passado, o papa Bento 16 sugeriu em um discurso a criação não só de uma moeda única, mas também de um governo único, cuja função seria segundo a encíclica Caritas en Veritatis: “(…) realizar um oportuno e integral desarmamento, a segurança alimentar e a paz, para garantir a salvaguarda do ambiente e para regulamentar os fluxos migratórios urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial”.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/sinal-do-apocalipse-organizacao-das-nacoes-unidas-propoe-moeda-global-unica/
Via: http://www.libertar.in/2011/11/esta-chegando-hora-onu-propoe-moeda.html

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Eurocrise: Espanha em Defcon 1 econômico

ECONOMIA: Defcon 1 (498.45) 17-11-11 / Espanha a um ponto de quase sem retorno.

Defcon 4 está entre 60 e 119,99 = Seria uma coisa rara.
Defcon 3 entre 120 e 199,99 = Se considera possível.
Defcon 2 entre 200 e 299,99 = Probabilidade de quebra elevada.
Defcon 1 por encima de 300. (Perigo iminente de quebra) por Leónidas no blog El Oro de los dioses.
Tradução: Daniel Lucas -UND

Eurocrise: Alemanha, quem banca está endividada? Então estamos roubados

Junker diz que nível da divida da Alemanha é alarmante .
FRANKFURT - O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, advertiu que a dívida da Alemanha é "alarmante" e excede a da Espanha, "só que ninguém quer saber disso". Apesar da crise atravessada pela zona do euro, ele disse que não consegue imaginar a dissolução da união monetária. Os comentários foram feitos em entrevista ao jornal alemão Bonner General-Anzeiger, publicada hoje.


Ao apontar para o elevado endividamento da Alemanha, Juncker salientou que entende a preocupação dos alemães com a crise da dívida. Ainda de acordo com ele, a Itália precisa agora colocar em andamento as reformas fiscais prometidas, enquanto a Grécia "está no caminho certo" em seus esforços para consolidar o orçamento. Segundo Juncker, a ideia de a Grécia deixar a zona do euro é apenas "teórica".
Os comentários de Juncker, um dos principais coordenadores da resposta à crise na zona do euro, vêm à tona em meio a temores de que a elevação dos retornos dos bônus italianos pudessem transformar o país na próxima vítima da crise na zona do euro. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Agência Estado