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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Israel x Palestinos: O que a mídia omite

Tem certos países que sentem prazer por completo em infringir dor e destruição aos outros. Isso é bem evidente pelo que fazem aos já humilhados palestinos, que não podem ter nada, nem lazer e não vai demorar nem ter o direito de viver, isto se seguindo a lógica perversa de Israel e de parte da comunidade internacional.
E a mídia? claro!, como sempre como bom cachorrinho mestrado, sempre passando o que agrada as elites globalistas...
O que a mídia omite: Militares israelenses destroem árvores e parque infantil usado pelos palestinos em Jerusalém

Em 13 de Fevereiro, militares israelenses demoliram um centro comunitário palestino e um parque de brinquedos para crianças em Jerusalém Leste. O centro era o único espaço público para os residentes da área de Wadi Hilweh, em Silwan, bairro de Jerusalém Leste adjacente à cidade velha. A demolição foi autorizada pela Autoridade Nacional de Parques de Israel e realizada com maquinário da empresa britânica JCB.

Só destruir parques de criancinhas palestinas não é suficiente para os psicopatas genocidas de Israel, é necessário matar o povo palestino de fome! Mandá-los a aterros sanitários e destruir todas as árvores usadas para a alimentação.

A política anti-meioambiental israelense contra a agricultura palestina não está longe de ser classificada como uma política de “Ecocídio” de “Vandalismo de Estado”, o qual é uma erradicação organizada e predeterminada de árvores, já que mais de 1.6 milhões árvores foram destruídas nos territórios ocupados desde o princípio da Segunda Intifada no ano 2000 e até setembro de 2009, o que viola quase todos os artigos e as cláusulas do Direito Internacional Humanitário, e o Quarto Convênio de Genebra de 1949.
A seguinte tabela mostra o número de árvores destruídas nos diversos distritos da Cisjordânia e de Gaza por parte do Exército israelense e seus colonos no período de setembro de 2000 até setembro de 2009.



O leitor não verá estas imagens nas emissoras de TV e nem nos jornais, porque eles apenas repetem o que é enviado por agências sionistas de “notícias” como a Reuters, AFP, BBC, entre outras. Toda a mídia é controlada por judeus sionistas e fazem de tudo para que estas imagens não cheguem ao público e assim impedem que a humanidade tome conhecimento do VERDADEIRO genocídio praticado em israel.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Irã responderá às ações dos Estados Unidos em 11 de Fevereiro

“Os EUA estão agravando por todos os meios a situação no quadro da guerra psicológica contra o Irã. Os norte-americanos acreditam que tais medidas vão colocar pressão sobre o povo iraniano, estimulando o aumento do descontentamento social no país. No entanto, todos estes esforços, que continuam por mais de 30 anos, não terão nenhum efeito”, – afirmou hoje numa entrevista coletiva em Teerã o representante oficial do Ministério das Relações Exteriores do Irã.
Segundo ele, a resposta às ações dos Estados Unidos será dada em 11 de fevereiro, quando, no aniversário da vitória da revolução de 1979, no Irã serão realizadas manifestações de massa em apoio do regime islâmico.
Fonte:
voz da russia

A guerra está próxima:Países do Conselho do Golfo decidem retirar seus embaixadores da Síria

Os países-membros do CCG (Conselho de Cooperação do Golfo) decidiram nesta terça-feira (07/02) retirar seus embaixadores da Síria devido ao aumento da violência no país e à rejeição de Damasco à iniciativa árabe para buscar uma solução para a crise.

O CCG, composto pela Arábia Saudita, Catar, Omã, Kuwait, Bahrein e Emirados Árabes Unidos, também exigiu que os embaixadores sírios nestas localidades abandonem imediatamente estes países, segundo comunicado do organismo.

"Os membros do Conselho seguem com tristeza a escalada de violência na Síria, que não tem compaixão nem com crianças, mulheres nem adultos, e realiza atos terríveis que só se podem ser classificados como massacres contra o desarmado povo do país", afirmou o CCG.

O organismo disse ainda que lamenta a morte de "almas inocentes" na Síria, onde desde o início da revolta contra o presidente Bashar al Assad mais de sete mil pessoas perderam a vida, segundo os grupos opositores.

Em referência às acusações de Damasco de que grupos terroristas estão por trás dos conflitos, os membros do CCG denunciaram que os massacres "não são para defender o país de agressores estrangeiros mas por interesses pessoais, sem levar em conta a dignidade do cidadão sírio nem sua liberdade".

O Conselho afirmou que não há esperanças para a solução da crise e pediu que o Conselho de Ministros da Liga Árabe, que se reúne no próximo domingo (12), tome "medidas decisivas" contra o regime sírio.

O acordo da Liga Árabe, que estipula a saída do poder de Assad, foi apresentado perante o Conselho de Segurança da ONU, mas uma resolução de condenação à repressão do regime de Damasco foi vetada pela Rússia e a China no último sábado (04).

O anúncio do CCG coincide com a decisão de vários países europeus, como Espanha, França e Itália, de pedirem o retorno de seus embaixadores na Síria, o que foi feito pelos Estados Unidos nesta segunda-feira (06).

EUA e Rússia chegaram ao compromisso sobre questão síria

O veto russo-chinês no Conselho de Segurança da ONU à resolução sobre a Síria fornece à Rússia um tempo necessário para convencer o presidente sírio Bashar Assad em sua demissão inevitável, informa o jornal árabe Asharq Alawsat, fazendo referências às fontes diplomáticas na ONU.
Segundo os dados do jornal, no âmbito do encontro da secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton e o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia Serguei Lavrov antes da sessão do Conselho de Segurança os lados chegaram ao acordo, conforme o qual a resolução sobre a Síria seria colocada para votação e os americanos aceitariam o veto russo, mas ao mesmo tempo a Rússia utilizará toda a sua influência para convencer Assad para se demitir. Se este acordo não tiver sucesso, os EUA oferecerão ao Conselho de Segurança a sua variante da resolução, contra a qual a Rússia já não deverá votar.
O fato de este acordo ter sido aceito pelos EUA e pela Rússia pode ser confirmado pela visita planejada à Síria de não só Serguei Lavrov, o que já é uma das provas da seriedade das intenções russas, mas também do diretor do Serviço de Inteligência Estrangeiro da Rússia Mikhail Fradkov.

Fonte:

voz da russia

Chanceler russo visita a Síria em meio à escalada de violência

Milhares de sírios balançaram bandeiras da Rússia para receber o ministro russo das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, que desembarcou em Damasco nesta terça-feira. A visita oficial acontece dias após a Rússia e a China terem vetado uma resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) contra o presidente Bashar Al-Assad.
Imagens da rede de televisão estatal da Síria mostraram o comboio de Lavrov passando pelas ruas de Damasco em meio a uma multidão de partidários de Assad que demonstrava gratidão ao veto na ONU. O chanceler tem reunião marcada com o presidente sírio ainda nesta terça-feira.
Foto: AP
Embaixador russo na ONU, Vitaly Churkin (centro), mantém as mãos abaixadas enquanto representantes de Portugal e África do Sul (votam a favor de resolução (04/02)
“Estou aqui para agradecer a Rússia por se manter firme diante da conspiração mundial contra a Síria”, disse a manifestante Manya Abbad, 45 anos. “Gostaria que os países árabes adotassem a mesma postura.”
A visita acontece em meio a uma escalada de violência no país, especialmente na cidade de Homs, alvo de um ataque brutal das forças de segurança desde sábado. Nesta terça-feira, soldados usaram tanques e metralhadoras para tentar recuperar bairros que estão sob o controle de desertores do Exército.
Segundo ativistas, a operação das forças de segurança matou mais de 200 no sábado e pelo menos 70 na segunda-feira apenas em Homs. O aumento da violência levou o governo dos Estados Unidos a fechar sua embaixada no país, enquanto o Reino Unido decidiu convocar seu embaixador em Damasco.


Mulher de Assad
Nesta terça-feira, o jornal britânico The Times publicou uma mensagem que teria sido enviada pela mulher de Assad, Asma, por meio de seu gabinete.
Em sua primeira declaração sobre a crise, Asma, que foi criada no Reino Unido, defendeu o marido. "Assad é o presidente da Síria, não de uma facção de sírios, e a primeira-dama o apoia neste papel", afirmou a mensagem.
"A agenda extremamente cheia da primeira-dama segue dedicada principalmente às associações de caridade com as quais está comprometida há muito tempo, ao desenvolvimento rural e ao respaldo ao presidente. Nestes dias, também atua para estimular o diálogo. Escuta e reconforta as famílias vítimas da violência", acrescentou.
Segundo a publicação britânica, Asma, 36 anos, enviou a mensagem após um artigo publicado pelo jornal questionar como uma mulher “inteligente e educada, criada em país liberal” poderia concordar com o massacre na Síria.
Asma Assad é filha de um médico cardiologista e viveu no bairro de Acton (oeste da capital britânica). Ela é sunita e sua família é de Homs, epicentro dos protestos contra o regime sírio.
A primeira-dama estudou em um colégio privado de Londres, no Imperial College, e trabalhou no banco de investimento J.P.Morgan antes de casar-se com Bashar Al-Assad meses depois de ele assumir o poder, em 2000.
IG Com AP e AFP

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Guerra no Oriente Médio se aproxima

Americanos falam sobre ataque de Israel ao Irã e se preparam para ofensiva.
1,000 Paraquedistas militares de Israel
O secretário de Defesa Leon Panetta tem sido sincero sobre uma possível ofensiva israelense contra o Irã a ter lugar a partir de abril e um canal de TV americano mencionou a teoria simplista sexta-feira, 3 de fevereiro, sobre as táticas de Israel. Ao mesmo tempo, nenhuma fonte dos EUA está se estabilizando na América muito mais extensa, Arábia, britânicos, franceses e estados do Golfo "daqui para frente fazem os preparativos para uma ofensiva contra a República Islâmica.
Teerã também está se preparando para o conflito: o chefe das Forças terrestres da Guarda iraniana, o Brig. general Mohammad Pakpour que neste sábado, 4 fevereiro anunciou o início de um exercício de três semanas no sul do Irã e no Estreito de Ormuz já em condições de guerra. Ao DEBKAfile: O "exercício" é na verdade um acúmulo militar iraniano à frente de um possível ataque americano ou de Israel .
Fontes militares DEBKAfile relatam um fluxo constante de muitos milhares de soldados norte-americanos por algumas semanas para duas ilhas estratégicas dentro do alcance do Irã, em Omã , ilha Masirah ao sul do Estreito de Ormuz e Socotra, entre o Iêmen e Chifre da África. (Debka-Net-Weekly 526 de 27 de janeiro foi a publicação do primeiro mundo para revelar a concentração massiva de poder americano nas duas ilhas.)Esta concentração foi realizada pela Casa Branca como suficientemente urgente a ceder em sua recusa a admitir o deposto líder iemenita Ali Abdullah Salah na América para tratamento médico. Ele ganhou a permissão em troca de seu consentimento para o acúmulo militar em Socotra .
Existem agora dois gatilhos potenciais para um confronto terrível com o Irã no Oriente Médio. Eles estão intimamente relacionados: A necessidade urgente de ação neste ano para antecipar o programa iraniano de armas nucleares antes que seja tarde demais e frente a terrível e crescente carnificina pelo exército sírio contra civis.
Mesmo quando potências mundiais discutiram sobre isso no CS da ONU encalhando o movimento do Conselho para acabar com a perda de vidas. Um bombardeio contínuo da Síria que começou no início deste sábado, 4 de fevereiro, estima-se que deixaram um registro de 350 mortos e até 1.300 feridos nas cidades de Homs no distrito de Khaldiyeh. O número de baixas continuam a subir sábado como relatou o ministro das Relações Exteriores russo Sergey Lavrov que ameaçou um "escândalo" se o texto ocidental-árabe for colocados à votação.Bashar Assad estava claramente determinado a acabar com toda a família e casa no subúrbio de Homs que seja desafiador no caso, se o organismo mundial concordar em uma resolução de cessar-fogo.
Nossas fontes militares afirmam que os sauditas esta semana acabaram os seus próprios intensos preparativos para a guerra total. Grandes forças estão agora instaladas em torno de campos de petróleo da Arábia Saudita, dutos e instalações de exportação nas províncias orientais em frente ao Golfo Pérsico, apoiados por baterias anti-mísseis Patriot PAC-3 . Americanos, britânicos e franceses vem realizando pousos com caças-bombardeiros em bases aéreas sauditas para proteger a capital, Riyadh.
Israel acelera-se, expande e já concentrou o seu regime de preparativos militar para o conflito que se aproxima. Terça-feira 31 janeiro, um exercício de divisão de escala, praticou a elaboração de reservistas sob o bombardeio pesado de mísseis projetados sobre bases militares, centros de indução, estradas nacionais e nas cidades de pelo menos três direções: Síria, Líbano e na Faixa de Gaza, bem como o Irã .Quinta-feira, 2 de fevereiro, o poderoso chefe da inteligência militar major-general Avivi Kochavi revelou que 200.000 mísseis e foguetes, incluindo milhares de projéteis de longo alcance, foram apontados para Israel atualmente, o único país do mundo que enfrenta uma ameaça nesta escala.Duas semanas antes, a Brigada de Pára-quedista da IDF realizou seu maior exercício em mais de 15 anos: Mais de 1.000 pára-quedistas saltaram do céu sobre o sul de Israel, juntamente com seu departamento e comandantes de esquadrão. Israel procurou demonstrar que comanda o suficiente em recursos humanos lutando para funcionar bem dentro do território inimigo, bem como os planos para a entrega dos combatentes.
Em seu sermão de sexta-feira, 3 de Fevereiro aos seus seguidores, o líder supremo aiatolá Ali Khamenei deixou claro que os aliados do Irã estarão envolvidos em qualquer confronto e Israel será o alvo principal: o Irã, disse ele, está pronto para ajudar qualquer pessoa que enfrentar " o canceroso" Israel. Ele também advertiu Washington, "A guerra em si vai ser dez vezes mais prejudicial para os EUA."Khamenei creditou ajuda do Irã para a realização do ataque " vitorioso " do Hezbollah em Israel em 2006 e para o "sucesso" do Hamas em bater de volta a operação de Israel anti-míssil em Gaza naquele ano.
O Líder Supremo está claramente incitando em aliados do Irã, como a Síria, o Hezbollah e o palestino Hamas e Jihad Islamica , de ir contra Israel novamente.
Analistas em Oriente Médio disseram ao DEBKAfile a desafiam a hipótese ouvidas em Israel e em outros lugares que os preparativos de guerra em massa daqui para frente neste momento está fazendo com sanções, que são inventados para impulsionar o Irã à mesa de negociações e aceitar um acordo para deter seu programa de armas nucleares.Nossas fontes de tensão dizem que esses preparativos militares são reais e são levados muito a sério por todos os governos em questão porque Teerã está longe de ser intimidado por ameaças.
Khamenei confirmou autoritariamente na sexta-feira que outras autoridades iranianas têm consistentemente mantido, que Teerã não vai desistir nunca de seus planos nucleares, não importa quanta pressão for exercida. O Irã teve a sua chance de arrefecer um pouco da pressão pela abertura de uma equipe de inspetores internacionais da Agência de Energia Atómica que visitaram Teerã na semana passada -, mas escolheu não fazê-lo.
Em sua estadaa de três dias, aos inspetores foram negados acesso a qualquer instalação nuclear iraniana, nomeadamente a planta de Parchin a 30 quilômetros a sudoeste de Teerã, que está desenvolvendo bombas e ogivas nucleares - ou até mesmo entrevistar os cientistas empregados lá.
Enquanto os preparativos militares de Israel para as hostilidades com o Irã são agora amplamente noticiados, duas lacunas permanecem a preencher, diz DEBKAfile:1. Como testemunhas os aiatolás vêem os EUA , Arábia Saudita, Israel, britânicos, franceses e árabes em vasto preparativos de guerra do Golfo em torno de suas fronteiras, eles vão optar por assistir e aguardar a espada cair, ou será que vão tentar entrar em cena primeiro com um golpe fatal contra Israel, uma eventualidade que Khamenei amplamente insinuou em seu último discurso.2. Washington e Jerusalém, estão em alinhamento - ou pelo menos de acordo tácito - de quem vai em primeiro lugar atacar as instalações nucleares do Irã? Os relatórios e informações provenientes de fontes norte-americanas fazem -la soar como se apenas um ataque de Israel é iminente. Círculos bem informados em Teerã, Damasco, Riad e em Jerusalém não têm tanta certeza assim.
Este texto tem tradução Bússola escolar e adaptação de Daniel Lucas-UND
Fonte:
DEKAFILE

domingo, 29 de janeiro de 2012

A guerra contra o Irã começou há vários anos

A guerra contra o Irã não começou em 2012 ou sequer em 2011. A revista Newsweek chegou ao ponto de afirmar num título de página em 2010: "Assassínios, ataques cibernéticos, sabotagem ¯ será que a guerra contra o Irã já começou?" A guerra real pode bem ter começado em 2006. Em vez de atacarem o Irã diretamente, os EUA iniciaram uma guerra encoberta e através de proxies. As dimensões secretas da guerra têm sido travadas através de agentes infiltrados, ataques cibernéticos, vírus informáticos, unidades militares secretas, espiões, assassinos, agentes provocadores e sabotadores. O rapto e o assassínio de cientistas iranianos que teve início há vários anos é uma parte constituinte desta guerra encoberta. Nesta "guerra sombra" vários diplomatas iranianos em Bagdad têm sido vítimas de sequestros e cidadãos iranianos em visita à Geórgia, à Arábia Saudita e à Turquia foram detidos ou raptados. Vários responsáveis sírios e importantes figuras palestinas, bem como Imad Fayez Mughniyeh [dirigente do Hezbollah libanês], foram também assassinados.

A guerra por proxies começou em 2006, quando Israel atacou o Líbano com a intenção de expandir a guerra em direção à Síria. O caminho para Damasco passa por Beirute, do mesmo modo que Damasco está na rota para Teerã. Depois do falhanço de 2006, e compreendendo que a Síria era o ponto fulcral do Bloco de Resistência, dominado pelo Irã, os EUA e os seus aliados passaram os cinco ou seis anos subsequentes a tentarem separar a Síria do Irão.

Os EUA combatem igualmente o Irã e respectivos aliados na frente diplomática e na econômica, através da manipulação de organismos internacionais e de estados satélites. No contexto de 2011-12, a crise na Síria constitui ao nível geopolítico uma frente da guerra conta o Irã. Até mesmo os exercícios conjuntos norte-americanos e israelenses "Austere Challenge 2012" e a correspondente deslocação de tropas visaram primordialmente a Síria enquanto forma de combater o Irã.

A Síria no centro da tempestade

O que Washington está a levar a cabo consiste em exercer pressão psicológica sobre o Irã como maneira de o distanciar da Síria, de forma que os EUA e as suas legiões possam desferir o golpe mortal. Até ao começo de Janeiro de 2012 os israelenses têm estado em permanente preparação para o lançamento da invasão da Síria, numa repetição da iniciativa de 2006, enquanto os EUA e a UE têm continuadamente tentado chegar a um arranjo com Damasco, de forma a separá-la do Irã e do Bloco de Resistência. Todavia, os sírios têm persistentemente recusado esses avanços.

Foreign Policy, a revista do Conselho de Relações Externas (Council on Foreign Relations) norte-americano, publicou um artigo em Agosto de 2011 expondo o que era a visão do rei Saudita acerca da Síria no contexto do ataque ao Irã: "O rei sabe que à parte o colapso da própria República Islâmica, nada enfraquecerá mais o Irão do que a perda da Síria".
Tenha esta afirmação sido genuinamente proferida ou não por Abdul Aziz Al-Saud, a respectiva concepção estratégica é representativa das razões para visar a Síria. O próprio conselheiro de segurança de Obama disse a mesma coisa, poucos meses depois de a notícia da Foreign Policy ter sido publicada, em Novembro de 2011. O conselheiro de segurança nacional [Thomas E.] Donilon garantiu num discurso que o "fim do regime de Assad constituiria o maior inconveniente regional para o Irão ¯ um golpe estratégico que alterará o equilíbrio de poder na região contra o Irã."

O Kremlin também produziu afirmações que corroboram a idéia de que Washington pretende separar a Síria do aliado iraniano. Um alto responsável russo para assuntos de segurança anunciou que a Síria está a ser punida pela sua aliança com o Irã. O secretário do Conselho Nacional de Segurança da Federação Russa, Nikolai Platonovich Patrushev, declarou publicamente que a Síria está submetida à pressão de Washington devido aos interesses geoestratégicos apostados na quebra dos seus laços com o Irão, e não em virtude de quaisquer preocupações humanitárias.

O Irã também deu sinais de que, no caso de os sírios serem atacados, não hesitaria em intervir militarmente em seu apoio. Washington não pretende esse curso de eventos. O Pentágono preferiria engolir a Síria primeiro, antes de dirigir a sua atenção plena e indivisa para o Irã. O seu objetivo consiste em superar cada obstáculo à vez. Não obstante a doutrina militar norte-americana acerca da prossecução de guerras simultaneamente em vários teatros de operação, e de toda a correspondente literatura do Pentágono, a verdade é que os EUA não estão preparados para suportarem uma guerra regional convencional simultaneamente contra o Irão e contra a Síria, menos ainda para o risco duma guerra estendida aos aliados russo e chinês do Irã.

O caminho para a guerra, porém, está longe de ter chegado ao fim. Por enquanto, o governo norte-americano terá de continuar com a "guerra sombra" contra o Irão, enquanto intensifica as guerras mediática, diplomática e econômica.
20/Janeiro/2012

sábado, 28 de janeiro de 2012

EUA terão base militar marítima no Oriente Médio, diz jornal

O Pentágono está finalizando os preparativos para instalar uma grande base militar marítima no Oriente Médio, diante do aumento das tensões com o Irã e das ameaças representadas por piratas somalis e o braço da Al Qaeda no Iêmen, informou nesta sexta-feira (27) a edição digital do diário "Washington Post".

O porta-voz do comando da Marinha americana, Mike Kafka, confirmou o plano ao jornal, mas evitou precisar seu objetivo ou a localização exata do novo centro de operações americano. Outras fontes da Marinha indicaram ao periódico que o projeto está sendo desenvolvido "com pressa incomum" para esteja operacional já no "início do verão" (no hemisfério norte).

Para economizar custos, o Pentágono está transformando uma velha embarcação de guerra em uma base flutuante improvisada, que poderia acomodar navios menores de alta velocidade e helicópteros utilizados pelos Seals, o grupo de operações especiais da Marinha que executou Osama bin Laden em maio de 2011.

O projeto é levado a cabo sob pedido do Comando Central do Departamento de Defesa, encarregado das operações militares no Oriente Médio, segundo documentos obtidos pelo diário.

Embora se desconheça a localização prevista para a base, alguns desses documentos indicam que poderia situar-se no Golfo Pérsico, onde o Irã ameaçou bloquear o Estreito de Ormuz, via crucial para a provisão de petróleo mundial.

Os Estados Unidos contam atualmente com uma longa base naval em Bahrein e costumam ter pelo menos dois porta-aviões nas águas que cercam o Golfo Pérsico.
fonte: UOL notícias

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Advertência: SÓ ISRAEL PODE SALVAR O MUNDO DE UMA HECATOMBE NUCLEAR COMANDADA PELO TERRORISMO ISLÂMICO LIDERADO PELO IRÃ. EMBAIXADOR ISRAELENSE ADVERTE CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU SOBRE PERIGO IMINENTE!

Israel denunciou nesta terça-feira perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas que o Irã nunca esteve tão próximo de fabricar armas nucleares e pediu ao principal órgão de decisão da ONU que ajude a deter o que definiu como "a maior ameaça à segurança" de todo o mundo. "É o momento de atuar. Enquanto o Irã se aproxima das armas nucleares, o silêncio não é uma opção", disse o embaixador israelense na ONU, Ron Prosor, durante o debate aberto que o Conselho de Segurança realizou sobre a situação do Oriente Médio e que se centrou na questão palestina.
O diplomata israelense ressaltou que "nunca esteve tão claro" que o Irã quer fabricar armas nucleares. "Chegou o momento de agir. Amanhã será muito tarde. Há muito em jogo e o preço da inércia é muito alto", acrescentou Prosor, para quem "não há nenhuma possibilidade" de que o programa nuclear iraniano tenha fins pacíficos, como defende Teerã. "Todos os membros da ONU, e particularmente do Conselho de Segurança, deveriam permanecer acordados à noite pensando o que aconteceria se o regime de Teerã alcançar a arma mais perigosa da Terra", enfatizou o embaixador israelense.
Para ele, só uma "pressão da comunidade internacional unida" pode parar a República Islâmica. Prosor aplaudiu nesse sentido "os recentes passos dados pelos Estados Unidos e pela União Europeia", mas insistiu que chegou a hora de "o resto da comunidade internacional, incluindo o Conselho de Segurança, se unir a esses esforços".

Sanções - A União Europeia (UE) acordou na segunda-feira impor um embargo às importações de petróleo do Irã em resposta ao desenvolvimento nuclear do regime de Teerã, uma medida que proíbe imediatamente todo novo contrato e estabelece até julho o fim dos já existentes. Além disso, a UE impõe uma nova série de sanções que inclui o bloqueio de ativos do Banco Central iraniano na Europa e a proibição parcial das transações com essa instituição.
Desde 2006, o Conselho de Segurança da ONU ditou quatro rodadas de sanções diplomáticas, comerciais e nucleares contra o Irã, com o objetivo de impulsionar um acordo dialogado com Teerã depois de decidir enriquecer urânio a 20% por sua conta. A imprensa americana publicou nas últimas semanas a preocupação de altos funcionários do país sobre um eventual ataque unilateral de Israel contra as instalações nucleares iranianas. Entretanto, o ministro da Defesa israelense, Ehud Barak, afirmou recentemente que o estado judeu está muito longe de tomar essa decisão. Texto do site da revista Veja 
Via- Alisioamorin.blogspot.com

domingo, 11 de dezembro de 2011

Operações encobertas dos EUA ameaçam uma guerra com o Irã

Redesenhando o mapa político do Oriente Médio
Por: Chris Marsden


Os EUA estão travando uma campanha sustentada e secreta de desestabilização contra o Irã, com foco em esforços para interromper seu programa nuclear.





Entre uma lista crescente de incidentes estão:

• Dois físicos nucleares foram mortos por bombas e o chefe da Organização de Energia Atômica do Irã, Fereydoun Abbasi-Davani, foi ferido depois de as bombas estavam presas em seus carros ou detonadas perto deles em 2010.

• O vírus de computador Stuxnet infectou instalações nucleares iranianas, em 2010, danificando computadores usados ​​em máquinas industriais; inúmeros relatos sugerem que este foi um ataque de EUA-Israel para paralisar o programa nuclear iraniano e as centrífugas.

• Em 12 de novembro deste ano, uma explosão destruiu a base da Guarda Revolucionária em Kaneh Licitação, matando 17, incluindo um dos fundadores do programa iraniano de mísseis.

• Em 28 de novembro, uma explosão na cidade ocidental iraniana de Isfahan danifica uma instalação de enriquecimento de urânio.

• Em 04 de dezembro, o Irã derrubou um avião espião dos EUA RQ-170 zangão Sentinela depois de atravessado ilegalmente a fronteira leste. A "Besta de Kandahar", que tem uma envergadura de cerca de 65 metros e pode voar a cerca de 50.000 pés,foi, segundo o New York Times eo Washington Post , parte de um maior esforço de monitoramento de vigilância dos EUA suspeitam instalações nucleares. O Wall Street Journal afirmou que os EUA tinham considerado o envio de missões secretas ao Irã para recuperar um drone ou explodi-lo com um ataque aéreo, mas decidiu que isso seria considerado um ato de guerra.

• Em 5 de dezembro, um dos braços do Departamento de Estado Americano Robert Einhorn conselheiro disse: "O Irã está violando as obrigações internacionais e as normas. Está se tornando um estado pária ... O prazo para o fim de seu programa nuclear está começando a ficar mais curto, por isso é importante tomarmos estas medidas fortes em caráter de urgência. "

• A lista de sanções contra o Irã impostas pelos os EUA, Europa e outras potências é muito longa a lista e está ficando mais tempo.

Os tambores da guerra estão sendo espancados por mais alto potencial challengers republicano para o presidente Barack Obama em 2012. Na quarta-feira, o ex-governador de Massachusetts Mitt Romney disse: "Em última análise, a mudança de regime é o que vai ser necessário" no Irã, chamando de "secreta e ostensiva" os esforços para apoiar a oposição aos líderes em Teerã.

Ex-Presidente da Câmara e candidato presidencial republicano Newt Gingrich disse que usaria "capacidade secreta" para trazer "a substituição de regime" em Teerã. Ele propôs que os EUA matem cientistas iranianos e interrompa o programa nuclear de Teerã suspeito ", tudo isso secretamente, tudo isso deniable".

O ex-senador Rick Santorum disse: "Não foram os cientistas a aparecer mortos na Rússia e no Irã. Houve vírus de computador. Houve problemas em suas instalações. Espero que os Estados Unidos tem estado envolvido com isso. "Cientistas estrangeiros que trabalham sobre o programa nuclear do Irã seria" chamado um combatente inimigo "e" levado a cabo pelos Estados Unidos ".

Grandstanding produziram a resposta confusa de um aposentado oficial dos EUA, que disse ao Jornal Nacional , "Tudo o que Mitt Romney disse que deveríamos estar fazendo-resistentes sanções, ações secretas e pressionar a comunidade internacional, são todas as coisas que estamos realmente fazendo. "

A própria reação do presidente Barack Obama foi a emissão de uma declaração belicosa ameaçando uma possível ação militar: "Não há opções fora da mesa significa que eu estou considerando todas as opções", disse ele.

Um oficial sênior da inteligência ocidental comentou a notícia de Israel : "Há grande preocupação no seio da liderança sênior do regime iraniano que eles vão ser alvo de um ataque militar surpresa por Israel ou os EUA."

O Irã, como seu principal aliado regionais Síria, reagiu à ameaça de apoiado pelos EUA mudança de regime, encenando manobras militares. General Mohammed Ali Jaafari colocou Guarda Revolucionária do Irã em pé de guerra. A força aérea iraniana formou "unidades de reacção rápida", que realizaram exercícios praticando uma resposta a um ataque aéreo inimigo. Jaafari ordenou todos os mísseis de longo alcance Shahab a ser transferida para locais secretos na preparação para um ataque de retaliação contra Israel.

Na quinta-feira, o Comando de Israel Home Front realizou a sua própria broca em todo o país, simulando ataques de mísseis. Sirenes de ataque aéreo soaram em Jerusalém e em todo o norte de Israel.

Israel Today comentou: "O medo de uma guerra regional tem sido impulsionada pelo debate público de Israel sobre se deve ou não lançar um ataque preventivo sobre o programa nuclear iraniano ..."

Os países árabes estão se posicionando por trás da mudança de regime no Irã, após a sua iniciativa para isolar a Síria e fornecer a oposição síria Conselho Nacional e Livre Síria Exército com armas e dinheiro.

Arábia Saudita, Qatar e outros sunita governado estados do Golfo, como Bahrein, acusaram o Irã de apoiar a repressão de Assad de forças de oposição e, sem provas, de agitação agitação em suas próprias comunidades xiitas.

Peter Apps, analista de conflito para a Reuters, alertou para "guerras por procuração no Iraque e na Síria", com "o apoio da Arábia ou outros árabes para a oposição cada vez mais armados ... potencialmente produzir uma guerra civil sectária anos duradoura e derramando através das fronteiras em estados vizinhos."

Alain Gresh, vice-presidente do Le Monde diplomatique , escreveu sobre como o Oriente Médio "foi dividido em dois campos: o campo de resistência, Irã, Síria e seus aliados do Hamas e do Hezbollah e do campo pró-Ocidente dominado pelo Egito e Arábia Saudita . "

Relatos da mídia alertam que o atual conflito secretas com o Irã pode acabar em uma guerra em grande escala, com consequências devastadoras para o Oriente Médio e do mundo. Muitos têm apontado para os paralelos evidentes com a campanha sobre "armas de destruição em massa" que pavimentou o caminho para a guerra com o Iraque em 2003.

Grã-Bretanha Daily Mail perguntou sem rodeios: "Será que a guerra do Ocidente com o Irã já começou? Explosões mistério em locais nuke, 'assassinado' cientistas e medos abatido combustível drones conflito secreta está em curso. "

Escrevendo no The Guardian , Seamus Milne foi menos equívoca. "Guerra contra o Irã já começou. Agir antes que ameaça a todos nós ", dizia o comentário dele."Durante meses a evidência crescente de que foi uma guerra invisível EUA-Israel contra o Irã já começou, apoiada pela Grã-Bretanha e França."

Paul Vallely, no Independent , foi igualmente contundente, declarando: "A guerra contra o Irã já começou. E isso é loucura. "

O motivo por trás da "loucura" é o esforço em curso por os EUA para garantir a sua hegemonia sobre o rico em petróleo do Médio Oriente e Bacia do Cáspio.

Eliminando o regime de Saddam Hussein teve o efeito de fortalecimento do Irã como potência regional. Os EUA tem sido determinada a acabar com desafio do Irã para EUA interesses estratégicos, uma política que tem seguido de forma muito mais irresponsável após os levantes da classe trabalhadora da "Primavera árabe" ea queda dos aliados de longa data EUA Zine El Abidine Ben Ali na Tunísia e Hosni Mubarak no Egito.

Trabalhando com o funcionário "oposição" movimentos-uma coleção heterogênea de pseudo-liberais, islâmicos e ex-regime leais a manter estreitas relações com Cairo e Túnis permitiu NATO para lançar a guerra contra a Líbia ea desestabilização em curso da Síria. Em todos os casos uma coleção semelhante de forças políticas é apoiado por potências regionais que são consideradas passíveis de EUA dita-Arábia Saudita, os Estados do Golfo, Egito e Turquia.

O que está a ser tentada é nada menos do que redesenhar o mapa político de todo o Oriente Médio. Ameaça de conflito, não só de toda a região, mas de envolver os principais potências Washington está tentando excluir desta área de preocupação geoestratégica vital: Rússia e China.

A experiência do movimento de massas anti-guerra que eclodiu em 2003 atesta a impossibilidade de se opor este desenvolvimento com base em apelos morais e pressão sobre as potências imperialistas. Tudo depende da construção de um movimento mundial política da classe trabalhadora sobre a base de um programa socialista para pôr fim ao capitalismo e ao domínio do mundo pelas potências imperialistas predatória e seus lacaios locais.
Chris Marsden é um colaborador freqüente do Global Research.
Artigos de Pesquisa Global por Chris Marsden

http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=28137
Traduzido pelo Google

sábado, 10 de dezembro de 2011

Tensão no Oriente Médio. EUA enviam o 3º Porta -Aviões para as proximidades do Oriente Médio

Estados Unidos enviaram outro navio de guerra no Oriente Médio , o que significa que os três porta aviões principais aliados com numerosos barcos de destroyers com mísseis guiados já estão ou estão em seu caminho para a conturbada região. De acordo com o semanário de atualização de informações navais o Stratfor.com, informa que super-operadoras classe Nimitz , o USS Abraham Lincoln já foram implantados para participar da Quinta Frota estacionada no Oriente Médio.
A reportagem KOMO confirmou a implantação, observando que o Porta Aviões com 5.000 soldados a bordo “foram para o Oriente Médio, onde seus aviões de guerra vão apoiar as tropas dos EUA no Afeganistão.” A missão está prevista para durar quatro meses. A implantação segue a notícia na semana passada que o porta-aviões USS Carl Vinson, além dos destroyers de mísseis guiados, o USS Bunker Hill e o USS Halsey, também encontram-se a caminho do Oriente Médio para entrar na zona de operações da 5 ª Frota. Os navios estão agora quase no meio do Oceano Pacífico em seu caminho através do continente asiático.
Os navios de guerra irão se juntar ao USS John C. Stennis, já estacionado fora das águas territoriais do Paquistão e do Irã. O USS Bataan (LHD-5), navio de assalto anfíbio da classe Wasp também esta estacionado na região sul do Iêmen. Os Estados Unidos agora tem um total de cinco grandes porta-aviões implantados em todo o mundo, o mesmo número de navios de guerra que estiveram em ação pouco antes da invasão do Iraque no início de 2003
Com a tensão aumentando rapidamente em relação ao Paquistão , Síria e Irã em meio a especulações esmagadoras de uma campanha militar é iminente na região, a implantação de três navios de guerra importantes no Oriente Médio é de suma importância. No entanto, a preocupação mais premente para os EUA é o fato de que o Paquistão mantém o bloqueio da fronteira com o Afeganistão , em protesto contra um ataque aéreo da OTAN, no mês passado que matou duas dezenas de soldados paquistaneses.Os EUA tem se recusado a pedir desculpas pelo incidente. Enquanto o Pentágono afirma que o bloqueio não tem “nenhum impacto perceptível” em operações militares no Afeganistão, é um custo para o U. S. Air Force de 400 dólares por galão de combustível para abastecer aviões de carga para a bases dos EUA no Afeganistão.

Marinha chinesa pronta para a guerra.

Vizinhos da China estão preocupados com relatos da mídia citando o líder chinês Hu Jintao, que supostamente ordenou comando da Marinha PLA para "se prepararem para uma guerra." Segundo ele, nos próximos anos, a Marinha deve "completar a sua modernização, reunir todas as forças para se preparar para uma guerra e fortalecer a segurança nacional". Isto foi dito em uma reunião da liderança militar e política do país em 6 de dezembro. Para a China famosa por sua política sábia e prudente isto é, levemente colocado, muito estranho. No entanto, como apontado por especialistas estrangeiros, a declaração do líder da China foi reeditado por muitos jornais chineses. No entanto, existe a possibilidade de que os jornalistas cometeu um erro na tradução. Os analistas britânicos afirmam que a declaração do líder chinês pode ser traduzido do chinês tanto como "luta armada" ou "conflito militar", mas a essência não muda muito.
É significativo que, nos últimos anos ambições militaristas da China cada vez mais surpreso não só com os seus vizinhos a maioria dos quais tem por resolver disputas territoriais, mas os Estados Unidos também.
Leia também: China não precisa de armas russas mais para ataque dos EUA
Este ano, a China iniciou seu programa para construir porta-aviões e está trabalhando ativamente para desenvolver novos mísseis anti-navio e modernizar sua Marinha. A declaração da liderança chinesa foi feita na véspera da cúpula anual da China e Estados Unidos, onde as partes discutiram uma solução para a disputa sobre as Spratly arquipélago no Mar da China Meridional.
Para a China crescendo a questão dos recursos é fundamental. No entanto, a abundância de concorrentes apoiados pelos Estados Unidos dificulta a execução das ambições chinesas para o arquipélago Spratly. As relações mais difíceis em relação com esta questão estão entre Pequim, Filipinas e Vietnã. Ambições chinesas alarmado Indonésia que começa a desenvolver um largo campo grande de gás nas proximidades das ilhas em disputa. Especialistas apontam que o desenvolvimento afeta a zona reivindicada pelos chineses.
Os Estados Unidos, que está tentando construir um novo bloco de municípios que "conter o dragão chinês" está particularmente preocupado. Não é por acaso que, em novembro, o presidente Obama fez uma dramática expansão da presença militar dos EUA na Austrália, considerando-a uma importante base para a implantação posterior de tropas dirigidas contra a China.Em outras palavras, Pequim está mostrando abertamente os Estados Unidos que pretende abordar esta questão em seu favor. Anteriormente o lado chinês alegou que o arquipélago Spratly (impugnada, além de China, pelo Vietnã, Filipinas, Malásia, Brunei e Taiwan) é parte integrante da China. Este último é compreensível: primeiro, as rotas principais de transporte do Oceano Índico ao Pacífico executado através do Mar da China Meridional, ea segunda, de grandes reservas de petróleo e gás são prospectados na área.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Irã mostra o drone capturado

Irã mostra o US RQ-170 drone capturado

O Irã exibiu o top-secret EUA zangão furtivo RQ-170 Sentinela capturado no domingo, 4 de dezembro. Sua condição quase perfeita confirmou as alegações de Teerã de que o UAV foi derrubado por um ataque cibernético, o que significa que não foi abatido, mas sem danos trazidos por uma emboscada de guerra eletrônica.
Esta é uma grande derrota para a tecnologia stealth dos EUA que utilizam em seus aviões de guerra e da tecnologia desenvolvida pelo zangão por EUA e Israel.

O estado do UAV perdido refuta o argumento de que os sistemas militares dos EUA do Sentinel estão funcionando corretamente. Se isso tivesse acontecido, teria deixado de funcionar e ou seriam destruídos ou danificados. A condição do intacto RQ-170 obriga os EUA e Israel de realizar grandes mudanças em planos para um possível ataque contra o programa nuclear iraniano.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Nova erupção de vulcão na Islândia pode ter impacto global

Cientistas estão monitorando a região de perto. Vulcão tem potencial de causar enchentes catastróficas
Foto: Henrik Thorburn
Atividade no vulcão Katla em julho causou rachaduras em geleira e inundação
Centenas de metros abaixo de uma das maiores geleiras da Islândia, há sinais de uma iminente erupção vulcânica que pode ser a mais devastadora no país em quase um século. O vulcão Katla, com sua cratera de 10 quilômetros, tem potencial de causar enchentes catastróficas, derretendo a superfície congelada de sua caldeira e varrendo a costa leste da Islândia com bilhões de litros de água escorrendo em direção ao Oceano Atlântico.
“Tem havido grande atividade sísmica”, disse Ford Cochran, especialista em Islândia da National Geographic.
“Só no mês passado, houve mais de 500 tremores ao redor e na caldeira do Katla, o que indica a movimentação de magma. E isso certamente indica que uma erupção pode ser iminente.”
Cinzas e gases fatais
O Katla faz parte de um sistema vulcânico que inclui as crateras de Laki. Em 1783, a cadeia ficou em erupção continuamente por oito meses, gerando tantas cinzas e gases como fluoreto de hidrogênio e dióxido de enxofre que um em cada cinco habitantes da Islândia morreram, além de metade dos rebanhos e gado do país.

“Na verdade, isso alterou o clima da Terra”, diz Cochran.
“Fala-se de um inverno nuclear – esta erupção gerou gotículas de ácido sulfúrico suficientes para tornar a atmosfera reflectiva, resfriar o planeta por um ano ou mais e gerou fome em muitos lugares ao redordo planeta.”
“Certamente esperamos que a erupção do Katla não seja nada parecida com isso!”
Inundação
Cientistas na Islândia vêm monitorando a região de perto desde o dia 9 de julho, quando parece ter havido algum tipo de atividade que pode ter sido uma pequena erupção.
Esse evento já causou uma inundação significativa, que destruiu uma importante ponte, isolando várias partes da ilha por muitos dias.
“O evento do dia 9 de julho parece marcar o começo de um novo período de efervescência do Katla, o quarto conhecido nos últimos 50 anos”, diz o especialista Pall Einarsson, do Instituto de Ciências Terrestres da Universidade da Islândia.
“A possibilidade de que haja uma erupção maior não pode ser excluída. O Katla é um vulcão muito ativo e versátil. Ele tem uma longa história de grandes erupções, algumas das quais causaram destruição considerável.”
Icebergs
A última grande erupção do Katla ocorreu em 1918, quando icebergs acabaram sendo levados para o oceano pelas águas derretidas das geleiras.
Em 1755, o volume de água produzido após uma única erupção foi equivalente àquele dos maiores rios do mundo combinados.
Graças à literatura histórica conhecida como “Sagas Nórdicas”, as erupções vulcânicas na Islândia foram bem documentadas pelos últimos mil anos, mas medições científicas detalhadas só começaram a ser feitas em 1918, então os cientistas não sabem que tipo de atividade sísmica deu origem à erupção de 1755.
O que se sabe é que o Katla normalmente entra em erupção uma vez a cada período de 40 a 80 anos, o que significa que um evento significativo já deveria ter ocorrido nas últimas décadas.

Imprevisível
Cientistas dizem que é muito difícil prever como será a erupção do Katla e quais serão as consequências, já que isso depende de diversos fatores.
“Esta dificuldade fica muito aparente quando você compara as duas últimas erupções na Islândia, a do Eyjafjallajokul em 2010 e a do Grimsvotn em 2011″, diz Einarsson.
“A do Eyjafjallajokull, que paralisou o tráfego aéreo na Europa, foi uma erupção relativamente pequena, mas a química incomum do magma, a longa duração e a variação do clima durante a erupção fez com que ela gerasse problemas.”
“Já a erupção do Grimsvotn, em 2011, foi muito maior em termos de volume. Ela durou apenas uma semana e as cinzas baixaram com relativa rapidez, então os efeitos não foram muito notados, a não ser pelos fazendeiros do Sudeste da Islândia, que ainda lidam com as consequências.”
O interesse dos especialistas na Islândia é grande porque o país fica na junção de duas placas tectônicas e é o único lugar do mundo onde a crista oceânica do Atlântico é visível em terra.
“Isso significa que você consegue ver a crosta terrestre se rachando”, diz Cochran.
“Há uma imensa atividade vulcânica e sísmica. O país também está numa altitude relativamente alta, então a Islândia também tem a terceira maior calota de gelo do mundo.”
A maior ameaça para as calotas de gelo da Islândia, no entanto, seria a mudança climática e não os vulcões que podem derreter as calotas.
Os cientistas dizem que elas começaram a ficar mais finas e a diminuir de tamanho dramaticamente nas últimas décadas, contribuindo para o aumento dos níveis dos oceanos de uma maneira que uma erupção do Katla dificilmente poderia igualar. FONTE
Fim dos Tempos.Net

Liga Árabe dá novo ultimato à Síria que vence hoje.

A Síria está enfrentando um novo ultimato da Liga Árabe para permitir a entrada de observadores independentes no país, que, segundo a ONU, está em uma guerra civil que, em oito meses, deixou 4 mil mortos.

Os ministros das Relações Exteriores árabes decidiram no sábado que Damasco tem até esse domingo para concordar com o plano da liga. Se a Síria não der sinais de cooperação, novas sanções serão aplicadas ao país.
Um porta-voz do governo afirmou que a Síria estava negociando com a Liga Árabe a questão da entrada da missão observadora. A Liga Árabe também confirmou que as sanções avaliadas na semana passada, depois que a Síria ignorou um primeiro ultimato, foram aprovadas.
A revolta no país continua e no sábado, diferentes grupos ativistas confirmaram a morte de ao menos 23, entre civis, desertores, e militares. Depois de uma reunião ministerial da Liga Árabe no sábado, o premiê do Catar, xeque Hamad bin Jassim Jabr al-Thani disse: "Nós pedimos ao chanceler da Síria que o governo tem até amanhã (domingo) para assinar e nós estamos esperando uma resposta. Além do ultimato, nós estamos tentando convencê-lo de que esse é o caminho certo."


O porta-voz sírio Jihad Makdissi declarou em Damasco neste domingo: "Mensagens estão sendo trocadas entre a Síria e a Liga Árabe para alcançarmos uma certa visão que facilitaria a missão observadora na Síria, ao mesmo tempo, presevando a soberania e os interesses da Síria."


No encontro em Cairo, ministros árabes também confirmaram novas sanções econômicas contra Damasco aprovadas na semana passada. Elas incluem o corte nas transações com o Banco Central da Síria, congelamento de bens de 19 autoridades e a ajuda ao presidente Bashar al-Assad, além de impedir que ele viaje a outros países árabes.
Thani acrescentou: "O comitê deve acrescentar mais medidas no futuro, dependendo da situação da Síria."


O governo de Damasco afirmou que está lutando contra grupos armados terroristas. Segundo autoridades do país, as propostas da Liga Árabe impõem "condições impossíveis" em Damasco e dá aos monitores muita autoridade, o que interferiria na soberania russa.
No sábado, os confrontos entre tropas do governo e desertores do Exército provocaram ao menos 23 mortes. Até pouco tempo atrás, a maior parte das mortes era causada pela repressão dos agentes de segurança pró-Assad contra uma maioria de manifestantes pacíficos. Mas há algumas semanas, têm aumentado os registros de luta armada.
Em um dos incidentes mais sangrentos do último sábado, sete membros das forças de segurança, cinco desertores e três civis morreram em uma batalha em Idlib, ao norte do país, próximo à fronteira com a Turquia, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.
Na semana passada, o Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou a repressão do governo de Assad e anunciou que enviará um investigador ao país.

Fonte: Último Segundo Com AP e BBC

Irã retaliará derrubando drones além de suas fronteiras, e fechará o Estreito de Ormuz.

Teerã rapidamente retrucou a advertência do Secretário de Defesa dos EUA, Leon Panetta nesta sexta-feira, 2 de dezembro de que um ataque israelense a instalações nucleares iranianas irá causar resultados imprevisíveis. Neste Domingo, o Irã emitiu duas ameaças fortes: que irá bater de volta além de suas fronteiras qualquer avião de reconhecimento dos EUA, e que seus militares afirmaram ter derrubado um avião de reconhecimento perto da fronteira com o Afeganistão e o Paquistão e que um embargo de petróleo em suas exportações elevará o preço do petróleo a 250 dólares o barril.
Esta foi uma outra maneira de ameaçar um olho por olho, na forma de um bloqueio no Estreito de Hormuz, o canal mais importante de petróleo no mundo, e o trânsito de petróleo da Arábia e do Golfo. Esta foi uma referência a outra advertência aos EUA na sexta-feira o secretário de defesa que: ". ... Qualquer interrupção do livre fluxo de comércio por meio do Golfo Pérsico é uma ameaça muito grave para todos nós" e uma linha vermelha para os EUA "
O veículo aéreo não tripulado do Exército iraniano afirmou em um relatório sobre Inglês Press TV linguagem ter abatido domingo sobre a parte oriental do país foi descrito na declaração de Teerã era uma RQ-170.

Fontes iranianas em Teerã disseram ver algo voando sobre a instalação subterrânea de Fordo perto de Qom, onde militares DEBKAfile e fontes de inteligência dizem que urânio está sendo enriquecido secretamente de 20-60 por cento.

Os iranianos não disseram quando o incidente aconteceu. No entanto, alguma confusão no set quando o comando da Otan no Afeganistão disse mais tarde que um avião de reconhecimento desarmado dos EUA sobrevoando o oeste do Afeganistão estava desaparecido desde a semana passada.

Os EUA RQ-170 zangão é uma das aeronaves stealth não-tripulado e equipado com os instrumentos de reconhecimento mais avançados para a detecção de sistemas de armas nucleares.

Nossas fontes informam que esses aviões espiões operam sobre o Iraque, Arábia Saudita, Kuwait, Omã e Turquia, bem como Irã e Afeganistão.

As agências de notícias iraniana citou altos funcionários iranianos como a reivindicação sobre o avião que foi abatido com danos mínimos. Sua ameaça de retaliar além das fronteiras do Irã por sua suposta invasão não foi específica. Ele pode muito bem estender para a Síria em apuros para demonstrar que o Irã mantém a fé com os seus aliados. Algumas fontes militares do Oriente Médio sugerem que o Irã possa tentar derrubar drones dos EUA sobre a Turquia para avisar Ancara para manter suas mãos fora da Síria. Na semana passada, os líderes turcos novamente disseram que havia perdido a paciência com a brutalidade de Bashar Assad e sua intransigência e estavam perto de envio de tropas pela fronteira para estabelecer uma zona tampão no norte da Síria para os refugiados e os rebeldes.

O Irã poderia também utilizar o seu peão libanês, Hezbollah, para abater aviões espiões israelenses sobre o espaço aéreo desse país .
O Ministério das Relações Exteriores e porta-voz Ramin Mehmanparast em Teerã, disse neste domingo que, tão logo os Estados Unidos e o Ocidente propor a imposição de um embargo sobre as exportações de petróleo iraniano, "o preço do petróleo vai subir acima dos US $ 250 por barril. Portanto, qualquer tentativa de estrangular a economia iraniana asfixiando suas exportações de petróleo serão entendidas como um ato de guerra, pois haverá o bloqueio do Estreito de Ormuz para a Arábia e petróleo do Golfo.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

União Europeia anuncia novas sanções contra o Irã

Países do bloco impõem punição contra 180 indivíduos e empresas iranianas por causa de programa nuclear
Os países da União Europeia concordaram nesta quinta-feira em impor sanções contra 180 indivíduos e empresas do Irã por causa de seu programa nuclear. A decisão foi anunciada por diplomatas após uma reunião de chanceleres do bloco em Bruxelas.
Os nomes dos alvos da punição serão divulgados na sexta-feira. De acordo com diplomatas, as empresas terão seus ativos na Europa congelados, enquanto os indivíduos serão proibidos de entrar nos países do bloco, além do congelamento de bens.
Foto: AP
Da esquerda para a direita, chanceleres de Holanda, Luxemburgo, Alamanha e Itália ouvem o ministro britânico William Hague antes de reunião da UE em Bruxelas

Não houve acordo sobre um embargo ao petróleo iraniano, defendido por alguns países como uma forma de diminuir a receita usada pelo Irã em seu programa nuclear que, segundo o Ocidente e a agência nuclear da ONU, visa a construção de armas atômicas - algo que o governo do país persa nega.
De acordo com o chanceler francês, Alain Juppé, a Grécia, que depende de petróleo iraniano, foi contra a medida, que erá estudada de forma mais detalhada pelo bloco antes do próximo encontro de ministros das Relações Exteriores, em janeiro.
"Estamos trabalhando nisso", disse Juppé, questionado sobre a possibilidade de sanções ao petróleo do Irã. "A Grécia expressou algumas preocupações e nós temos de levá-las em consideração e trabalhar com os diferentes parceiros de modo que a interrupção do fornecimento do petróleo do Irã possa ser compensada por um aumento da produção de outros países. É algo totalmente possível."
Antes da reunião, o ministro britânico das Relações Exteriores, William Hague, tinha dito que era necessário "intensificar a pressão econômica sobre o Irã". A pressão britânica por sanções contra o país persa aumentou nesta semana, depois da invasão à sua embaixada em Teerã.


Em resposta à invasão, Hague ordenou o fechamento imediato da Embaixada do Irã em Londres, com toda a sua equipe tendo de deixar o país em 48 horas.
Em solidariedade ao Reino Unido, na quarta-feira os governos de Alemanha, França e Holanda convocaram seus embaixadores no Irã para consultas.
O ataque lançado por centenas de manifestantes foi uma retaliação à decisão do Reino Unido de impor sanções adicionais contra Teerã por seu programa nuclear. As sanções fizeram com que o Parlamento iraniano aprovasse no domingo a redução dos laços com o Reino Unido. As punições foram tomadas depois de um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) reafirmar as suspeitas de que o programa nuclear de Teerã tem objetivos militares.
No relatório, a AIEA afirmou pela primeira vez que o Irã é suspeito de conduzir experimentos secretos cujo único propósito é o desenvolvimento de armamento atômico. De acordo com o documento, enquanto parte do trabalho nuclear secreto do Irã pode ter propósitos pacíficos, "outros são específicos para armas nucleares".
Um anexo de 13 páginas ao relatório da agência sobre o Irã detalha inteligência e pesquisa da AIEA que mostram que Teerã trabalha em todos os aspectos de pesquisa com o objetivo de construir uma arma, incluindo produzir uma ogiva para um míssil.
Em resposta ao relatório, o presidente do Irã, Mahmoud Ajmadinejad, disse que o país não vai recuar em seu programa nuclear. “Por que a agência nuclear da ONU arruína seu prestígio com afirmações absurdas dos Estados Unidos?”, questionou.
Síria
Os chanceleres da UE também anunciaram novas sanções contra a Síria para aumentar a pressão contra o governo do presidente Bashar al-Assad, que reprime brutalmente protestos da oposição que começaram em março.
As novas sanções atingem 12 indivíduos e 11 empresas. Em comunicado, os ministros disseram que a repressão pode "levar a Síria a um caminho muito perigoso de violência, conflitos sectários e militarização".
Também nesta quinta-feira, a agência de notícias estatal egípcia afirmou que a Liga Árabe colocou 17 nomes do governo sírio em uma lista de indivíduos proibidos de viajar para os países do grupo. A lista incluiria o irmão de Assad, Maher, que comanda a Guarda Republicana e é o segundo homem mais poderoso da Síria.
O comitê da Liga encarregado de supervisionar sanções também recomendou interromper voos provenientes e direcionados à Síria a partir de meados de dezembro. Mas disse que as vendas de trigo, remédios, gás e eletricidade devem ser excluídas do embargo. O pacote de sanções deve ser finalizado até sábado.
Fontes: Último Segundo

General chinês ameaça uma "Terceira Guerra Mundial" para proteger o Irã

Um general militar da National Defense University, diz que a China não deve hesitar em proteger o Irã, mesmo que isso signifique lançar a terceira guerra mundial, com os navios de guerra dos EUA sendo enviados para a região em meio a tensões.

De acordo com a NDTV, uma estação de notícias chinesa com sede fora do país, em relação à recente especulação de que o Irã seria o alvo de um ataque militar israelense ou nore americano, o major-general Zhang Zhaozhong comentou que, "a China não hesitará em proteger o Irã, mesmo com uma terceira guerra mundial ", comenta o que descreveu como" intrigante para alguns ".

A reportagem também cita o professor Ming Xia como cita parafraseando Zhaozhong de que, "não hesitando em lutar contra uma terceira guerra mundial seria inteiramente para uso doméstico as necessidades políticas."

A China reafirmou a sua veemente aliança com o Irã nas últimas semanas, principalmente ontem, quando   se recusou a criticar o Irã por um ataque à embaixada britânica em Teerã por estudantes iranianos no início desta semana.

China e Rússia deixaram claro que vão vetar qualquer autorização da ONU de uma ação militar contra o Irã na sequência das afirmações de que o Irã está prestes a desenvolver uma arma nuclear.

"A China observou as reações duras feitas pelos países relevantes sobre este evento e está preocupada com o desenvolvimento da situação",  o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Hong Lei disse a jornalistas hoje.

"Esperamos que os países relevantes mantenham a calma e moderação e evitem tomar ações emocionais que podem  levar ao  confronto."

Enquanto isso, em um desenvolvimento relacionado, a isto mais três navios de guerra dos EUA foram enviados para participar junto com  USS John C. Stennis na região  além da 5ª frota.

Com o Stennis, um supernavio da classe Nimitz  de propulsão nuclear, já estacionados do lado de fora das águas territoriais iranianas, o porta aviões USS Carl Vinson  também acaba de ser implantado a partir de seu porto de origem para se juntar a 5ª Frota aerotransportada.

"Além da partida do USS Carl Vinson,  um cruzador com mísseis guiados USS Bunker Hill e de mísseis guiados  em um destroyer partiram de manhã, e Halsey USS decolará às 2:00," 
conforme relatórios NBC de  SanDiego , acrescentando que os navios estão indo para o Oriente Médio.

Temores de um ataque militar iminente à Síria foram desencadeados quando o USS George H.W Bush deixou o seu habitual teatro de operações no índico para posicionar-se apenas ao largo da costa da Síria, mas o navio de guerra já terminou a sua missão e estaria velejando de volta ao seu porto de origem em Norfolk Virginia .


Exibir a última a cortesia naval atualização do mapa Stratfor.com abaixo:





Fontes: http://www.infowars.com/chinese-professor-threatens-third-world-war-to-protect-iran/

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Rússia discutirá escudo antimísseis com Irã e China

A Rússia anunciou planos para prosseguir as negociações com o Irã e a China sobre um escudo antimísseis global.
A Ria Novosti informa que representante da Rússia na Otan, Dmitri Rogozin, vai viajar para a China e o Irã em meados de janeiro de 2012 para discutir o assunto.
” Rogozin disse aos membros da Duma russa: "Eu gostaria de informar que, como ditado pela missão do presidente, que em breve viajarei para a China e o Irã para examinar questões relativas escudos anti-míssil global desses países."
O presidente russo, Dmitri Medvedev disse as forças armadas de seu país a considerar possíveis medidas para combater a OTAN e os EUA e seu escudo antimísseis .
A Rússia anunciou que se os EUA e a OTAN insistem em continuar seus planos de escudo antimísseis, apesar da oposição russa, o escudo tem como objetivo proteger países europeus de supostos mísseis de países hostis, como por exemplo o Irã.
Rússia e O TAN chegaram a um impasse em suas conversas sobre o escudo anti-míssil, porque o Ocidente se recusou a fornecer uma garantia legal de que o seu escudo de defesa não irá ameaçar Moscou.
” O Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia anunciou este mês que o estado atual das negociações não é "encorajador".
"O escudo antimísseis não é apenas um sistema de defesa. ” Analistas, tanto na Rússia e outros países temem que um escudo antimísseis na Europa com um objetivo declarado de combater as ameaças iranianas serão utilizados para preparar um ataque contra o Irã ".
Ao mesmo tempo, a Turquia concordou com os planos dos EUA de estabelecer um escudo antimísseis em seu território, que recebeu críticas do Irã.
Parlamento iraniano também anunciou que os escudos anti-míssil da OTAN é uma ameaça direta à segurança iraniana.

Governo britânico dá 48 horas para representação iraniana deixar Londres

O governo britânico deu ao  pessoal diplomático do Irã, 48 horas para sair de Londres após o fechamento da embaixada britânica em Teerã, em protesto contra o ataque de segunda-feira à embaixada do Reino Unido por uma multidão de estudantes iranianos. No entanto,fontes  do  DEBKAfile no Oriente Médio seguem , os passos aparentemente difíceis da Grã Bretânha   é muito aquém do doloroso castigo para a ação do governo iraniano na perda de uma multidão de estudantes Basij contra  a embaixada do Reino Unido.
Para o primeiro-ministro David Cameron realmente significava problemas, ele teria desligado para o  Irã a  Press TV de lingua inglêsa do escritório de Londres  e do Escritório Mundial de Orientação Islâmica.Press TV é o órgão da República Islâmica  de propaganda primária para a divulgação de sua doutrina ao público estrangeiro. Esta estação, que também usa You Tube, é registrado na Companies House, Londres e goza da liberdade de imprensa mesmo que a mídia britânica, embora a sua principal missão é difamar as políticas ocidentais para o Irã e espalhar a mensagem do Islã xiita revolucionário.O Escritório Mundial, que tem um orçamento anual de US $ 6 milhões, é um escritório do  líder supremo aiatolá Ali Khamenei, através do qual ele mantém laços com instituições islâmicas e órgãos na Europa.Fechando  a Press TV e este escritório, Cameron e o Ministro  de Negócios Estrangeiros, William Hague teriam cortado  as mais influentes máquinas de propaganda global no idioma Inglês para o  Irã e sua influência nas comunidades muçulmanas na Europa.Os líderes do Irã estão bloqueados em disputa acirrada sobre a autoria  do ataque à embaixada britânica - especialmente desde que a Alemanha, França e Holanda chamaram seus embaixadores para consultas em solidariedade com a Grã-Bretanha sobre violação de Teerã do pacto de Viena  para garantir a segurança de diplomatas  e dos hóspedes. Itália também está considerando esta etapa. O Presidente Ahmadinejad é relatado por nossas fontes iranianas, quem autorizou a manifestação estudantil na embaixada britânica - mas não a repressão violenta e certamente não capturar por  seis horas  seis diplomatas como reféns, até que foram resgatados pela polícia de Teerã.Ele condenou o comportamento dos estudantes violentos e avisou o pessoal da Líder Supremo de   que isto  iria prejudicar a reputação da República Islâmica, a longo prazo.Chefes  Nacionais do Irã, do Conselho de Segurança, depois de analisarem  as declarações feitas ao parlamento por Cameron e Hague, transmitiram uma recomendação urgente do  Ayatollah Khamenei para executar controle de danos sem demora.  O Ministério das Relações Exteriores afirmou então suavemente que o movimento britânico para fechar a embaixada iraniana em Londres foi "precipitada", deixando assim a porta aberta para voltar atrás.Um membro do conselho sênior disse  a fontes DEBKAfile de que o incidente aconteceu no pior momento possível para os interesses iranianos. É provável para endurecer a determinação do Ocidente para impor sanções duras para as atividades nucleares do Irã,  e trazer França, Alemanha e o resto da Europa solidamente a bordo, e até mesmo desenhar uma forte condenação de Moscou, um dos mais firmes parceiros de Teerã na arena internacional.